Índice:
1. As
exportações aumentam 23% no primeiro semestre, o aumento do óleo
alavanca as
importações........................................................................................................................1
2.
Mapa de rede de farmácias Reliance
Retail
.................................................................
2
3. 23 Empresas Indianas na lista de ‘melhores
abaixo de um bilhão’ da Forbes Ásia..... 2
4. A Índia
busca enfoque das Nações Unidas em migração
global.................................. 3
5. M&M em
conversações para compra de uma empresa
alemã.................................... .4
6. O lucro
da Ranbaxy no 3º. Trimestre cresce 651% à Rs
1.400.000.000………….......4
7. O fluxo
FDI poderá exceder o
influxo..........................................................................
5
8. Interesse
de expatriados em trabalhar no setor bancário da
Índia.................................6
9. As fontes de influência de Software exigem
uma mudança na educação.................... 7
10. Agora, a Índia investe na onda legal de
terceirização ............................................
7
11.
O que o FIR-Relatório de Inteligência
financeira diz sobre a Índia........................... 8
12. A BBC
terceiriza seus serviços para a Índia
...............................................................9
13. Onda de
Contratação: A TI se especializa para recrutar
200.000................................9
14. A Cairn investe US$ 2.02 bilhões em
Rajasthan........................................................
9
15. O Banco ICICI tem o segundo maior lucro ao
aumentar o crescimento de
Empréstimos...................................................................................................................
10
16. A Leyland, Bosch emparelha-se com a IIT-M........................................................
13
18. Firmas
Americanas despacham materiais para hospitais na
Ásia............................ 14
1. As exportações
aumentam 23% no primeiro semestre, o aumento do óleo alavanca as
importações
TOI, 25 Outubro
de 2006
NOVA DELHI: A
Índia parece estar a caminho de alcançar o acelerado objetivo de
exportação de $125 bilhões no ano financeiro corrente, com
exportações de mercadorias aumentando 22,84% durante o primeiro
semestre do ano fiscal, totalizando $59,32 bilhões.
Com as
importações em constante oscilação, principalmente devido aos
preços do petróleo bruto internacional estarem mais altos, a
defasagem do comércio aumentou para $24,6 bilhões durante o
primeiro semestre. Ainda assim, o governo anunciou que não há
motivo para preocupação, com as reservas cambiais atingindo o
confortável valor de $165 bilhões.
Os dados
provisórios de comércio liberados pelo departamento de comércio na
terça-feira apresentaram um aumento de 36,83% nos títulos de
importação de óleo do governo, totalizando $28.66 bilhões durante
o período de Abril-Setembro de 2006, comparados aos $20.95 bilhões
durante o mesmo período do ano anterior.
Por outro
lado, as importações de não-petróleo, durante os seis meses, foram
estimadas com um aumento de 11%, totalizando $55,26 bilhões em
comparação aos $49,79 bilhões durante o período de Abril-Setembro
de 2005. De modo cumulativo, as importações da Índia foram
estimadas com um aumento aproximado de 19% durante o primeiro
semestre, totalizando $83,93 bilhões.
Ainda assim,
houve pequenos sinais de perda de energia de exportação com os
carregamentos da Índia à frente da época dos festivais nos
mercados ocidentais, aumentando 21,89% em Setembro, totalizando
$10.3 bilhões. As importações durante o mês foram de mais de
24,74%, mas o aumento foi dividido uniformemente entre petróleo e
não petróleo.
As importações
de não petróleo aumentando 24,28%, totalizando $848 bilhões em
Setembro de 2006, apontaram um aquecimento na economia, enquanto
os fabricantes buscavam matérias primas para atender a demanda
doméstica e internacional, segundo oficiais do comércio.
O governo se
mostrou otimista com a melhora do desempenho do comércio da Índia.
"O crescimento de duplo dígito demonstra que as exportações da
Índia estão em uma trajetória de crescimento e que o objetivo
intensificado de exportação de $125 bilhões para 2006-07 será
definitivamente alcançado", disse o ministro de comércio Kamal
Nath.
2. Mapa da rede de
farmácias da Reliance Retail
The Economic Times:
20 de outubro de 2006
Nova Delhi:
Eis uma outra grande dose de varejo da Reliance. A receita de
varejo da empresa para o país inclui a instituição de uma rede de
4.000 farmácias em toda a Índia ao longo dos próximos 3-4 anos,
começando em Janeiro de 2007.
A Reliance
Retail, iniciativa de varejo das Indústrias Reliance, planeja
estabelecer esta rede de farmácias com uma grande presença rural,
para fornecer uma gama de serviços médicos, inclusive exames de
sangue, seguro saúde, consulta referente à saúde e veterinária,
além de vender medicamentos pelas vilas e cidades, segundo foi
relatado por fontes.
Quando
contatados, os executivos da Reliance Retail negaram se a
comentar. Para seu empreendimento de farmácia varejista, a empresa
já começou a convocar patologistas, médicos e gerentes iniciais,
acrescentaram as fontes.
Algumas destas
farmácias Reliance estarão localizadas em centros de negócios
rurais que a empresa planeja instalar ao longo do país para
armazenagem, transporte e processo de produção agrícola. A maioria
será instalada próxima às lojas Reliance. Sabe-se que o
empreendimento de farmácia varejista será compatível com a
Reliance Life Sciences, pois as amostras de sangue coletadas serão
encaminhadas aos centros Life Sciences para serem exame.
Há atualmente
de 25-30 centros Reliance Life Sciences por todo país. Haverá
também consultas gratuitas com médicos em casos como partos. As
farmácias também fornecerão serviços como vacinação.
Não é apenas o
Mukesh Ambani que tem planos para o setor de saúde. O grupo
Reliance Anil Dhirubhai Ambani está munido de planos para instalar
uma cadeia de hospitais e farmácias em toda a Índia. A empresa
está tratando com a All India Organization of Chemists and
Druggists para este empreendimento de farmácia varejista. O
diretor executivo da Former Medicine Shoppe, Rajendra Gupta,
lidera o empreendimento de assitência a saúde para o ADA Group.
3. 23 Empresas
Indianas na lista de ‘melhores abaixo de um bilhão’ da Forbes Ásia
The Hindu Business Line:
20 de Outubro de 2006
Chennai: Há 23
empresas indianas que fazem parte da lista da Forbes Ásia de 2006
das 200 empresas cotadas na região com vendas abaixo de US$ 1
bilhão.
A lista inclui
Asian Paints, Bharat Forge, Cipla, Carborundum Universal, Dabur
India, Pantaloon
Retail e
Punjab Tractors.
Os critérios
para fazer parte da lista incluíram não apenas vendas inferiores a
$1 bilhão, mas também “ganhos sólidos, linha de lucro final e
potencial para sucesso adicional”, segundo uma nota de informação
à imprensa da Forbes.
Taiwan teve a
maior inclusão, com 31, ao passo que a China teve 29 empresas de
pequeno e médio porte, a Austrália teve 27 e a Cingapura teve 19
empresas incluídas na lista.
A lista possui
uma forte representação do setor de negócios de manufatura que
fornece material básico para produto manufaturado e para as
fábricas, casas e escritórios.
`Estranho e Maravilhoso'
Há também
algumas empresas "estranhas e maravilhosas" na lista, segundo uma
nota de informação à imprensa. Há uma empresa de Taiwan que faz
papa-níqueis que falam Chinês, a Want Want Holdings, uma fábrica
de petiscos de Cingapura que vende biscoito de arroz e bala de
goma e as lojas de medicamentos Tong Ren Tang, da China, que
preparam medicamentos com as peles das cigarras e com as jujubas
desde 1669.
A lista das
Melhores Abaixo de Um Bilhão de 2006 aparece na edição de 30 de
outubro da Forbes Ásia.
4. A Índia busca
enfoque das Nações Unidas em migração global
TOI, 20 de
outubro de 2006
NAÇÕES UNIDAS:
A Índia quer que as Nações Unidas foquem na promoção de um
trabalho de equipe entre as nações para maximizar os benefícios da
migração internacional, ao mesmo tempo em que reduz seus efeitos
negativos.
"No contexto
da globalização, é necessário reconhecer que a migração
internacional é inevitável", disse o representante indiano Anil
Basu, em um comitê de debate da Assembléia Geral das Nações Unidas
acerca da “Globalização e Interdependência” na quinta-feira.
O aumento da
demanda de especialistas em países desenvolvidos pode ser igualado
à disponibilidade nos países em desenvolvimento, ele observou. Os
países desenvolvidos, entretanto, também precisam estar mais
receptivos à melhoria no acesso de mercado, ele acrescentou.
"Esta pode ser
uma situação de ganho para ambas as partes", disse Basu,
mencionando os Prospectos Econômicos Globais do Banco Mundial de
2006, que observam que um crescimento na migração dos países em
desenvolvimento aumenta a renda dos nativos dos países de alta
renda.
O
representante indiano também solicitou que a comunidade
internacional integre regimes de direito de propriedade
intelectual nas dimensões do desenvolvimento e que encontre meios
pragmáticos para promover a pesquisa e o desenvolvimento em países
em desenvolvimento.
Como tais
regimes são geralmente utilizados como ferramenta para restringir,
controlar e negar as tecnologias, ao invés de facilitar sua
transferência para os países em desenvolvimento, Basu disse que
era imperativo que as dimensões do desenvolvimento fossem
integradas a tais regimes o mais rápido possível.
Enquanto a
revolução nas tecnologias de informação e de comunicação
oferecerem as ferramentas para encarar os desafios da
globalização, ele disse, “É irônico que o encolhimento do mundo,
como um resultado da tecnologia e das comunicações, tenha que ser
acompanhado pela evolução de controles que restringem o movimento
dos povos do mundo em desenvolvimento”.
O espírito da
globalização está rapidamente remodelando o mundo hoje, mas seus
benefícios e custos são divididos e distribuídos igualmente, disse
Basu. A intensificação dos desequilíbrios globais continua a
apresentar um risco maior ao crescimento e à estabilidade, ele
acrescentou.
Presos entre
os direitos de propriedade intelectual e as normas de comércio,
bem como às condições impostas pelo Banco Mundial e o FMI, os
países em desenvolvimento, cada vez mais, encontram um desgaste da
autonomia política necessária e das flexibilidades para
desenvolverem suas próprias políticas e estratégias para
alcançarem o desenvolvimento e crescimento econômico sustentado.
"É de
incumbência da comunidade internacional como um todo, considerar a
questão de um equilíbrio apropriado entre o espaço da política
nacional e as disciplinas e compromissos internacionais quando
decidir coletivamente sobre disciplinas e compromissos futuros,
bem como sobre a implementação e a interpretação dos já
existentes”, disse Basu.
Demonstrando
uma preocupação acerca do impasse atual no círculo de negociações
de comércio de Doha, o representante indiano reforçou a
importância de tratar de assuntos sistêmicos e sugeriu amplas
reformas na arquitetura financeira internacional com prazo
determinado.
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"Um poder de
barganha desigual leva a regimes injustos. A comunidade
internacional deve encontrar meios de limitar os círculos de
exclusão. Uma globalização justa requer anseios políticos que
podem ser manifestados externamente pelas Nações Unidas”, disse
Basu.
Percebendo um
desgaste no papel das Nações Unidas em fornecer orientação de como
dirigir a agenda econômica internacional, ele disse que um regime
imparcial e baseado em regras deverá ser desenvolvido para
gerenciar o comércio global, os fluxos de investimento, a
transferência de tecnologia e o movimento de serviços.
As
determinantes do desenvolvimento estão rapidamente se deslocando
por diversas vias, da agricultura à manufatura, da manufatura aos
serviços, dos recursos de capital aos recursos de conhecimento,
observou Basu.
Em situações
em que o acesso aos recursos cruciais está severamente restrito
pelas leis e regimes internacionais, o desafio face ao
desenvolvimento mundial é de explorar completamente o enorme
potencial produtivo dos recursos de conhecimento de não materiais,
ele acrescentou.
5. M&M em
conversações para compra de uma empresa alemã
Byas Anand
TOI, 25 de
outubro de 2006
NOVA DELHI: A
vontade da India Inc de negociar fora do país parece estar
crescendo dia-a-dia. A empresa de veículo utilitário da Índia,
Mahindra & Mahindra (M&M), planeja acrescentar uma outra empresa
alemã, a Schoeneweiss & Co, a sua já próspera agência de carro,
como parte da tentativa de aumentar sua cobertura de auto
componentes pelo do mundo.
Embora
funcionários da empresa recusem comentar o assunto, fontes seguras
disseram que a M&M está em comunicações avançadas para comprar a
firma e um acordo é esperado em breve. Fontes também afirmaram que
o acordo será cotado em aproximadamente $150-200 milhões.
"Nós não
discutiríamos nossas estratégias M&A... Tudo o que posso dizer é
que nós continuamos a visar oportunidades em todo o mundo, mas
nosso foco agora seriam os países de custos baixos”, disse o
presidente da Mahindra Systems e da
Automotive
Technologies, Hemant Luthra, que está conduzindo a estratégia de
fusão e de aquisição da M&M.
"Mas, se algum
acordo surgir com um preço absurdo, porque não?”, acrescentou
Luthra. A Schoeneweiss é a maior fornecedora para lidar com
fabricantes de veículo comercial como a DaimlerChrysler, a MAN, a
Scania e a Volvo.
Além disso,
seu banco de clientes inclui fabricantes de carro mundiais como a
Audi, a BMW, a DaimlerChrysler, a Volvo, a Bentley, a Skoda e a
Volkswagen. A aquisição, segundo fontes, incluirá o banco de
clientes da M&M, além de dar acessos aos mais novos mercados e
tecnologias.
Isto chegou ao
ponto da M&M comprar 67.9% de participação em uma outra refinaria
alemã, a Jeco Holding, com um valor de empreendimento de cerca de
Rs 8.300.000.000. Esta foi a mais recente em uma série de
aquisições de refinarias pela M&M.
Além disso,
disse que a firma visa algumas aquisições no Mercado doméstico
como parte de planos para aumentar seus negócios de auto
componentes para uma unidade de $ 1 bilhão até o ano de 2010.
6. O lucro da
Ranbaxy no 3º. Trimestre cresce 651% à Rs 1.400.000.000
TOI, 20 de
outubro de 2006
NOVA DELHI: Os
Laboratórios Ranbaxy divulgaram um salto imenso de 651% no lucro
líquido, totalizando Rs 1.404.000.000 para o primeiro trimestre
que finalizou em 30 de setembro, além de um aumento robusto em
todos seus mercados-chave e
manutenção de
medidas de contenção de custo. A empresa registrou um lucro
líquido de Rs 18.7 crore no correspondente semestre do
último ano fiscal.
As vendas
consolidadas durante o semestre aumentaram em 26%, num total de Rs
1.640,4 crore contra os Rs 1.303,9 crore do período
do ano anterior, segundo declaração da empresa.
Ao comentar
dos resultados, o Presidente e diretor administrativo da Ranbaxy,
Malvinder Mohan Singh, disse: “Isto pode ser atribuído às amplas
medidas de desenvolvimento que estão sendo tomadas em alguns
locais-chave, tais como, os EUA, a Romênia, a Índia e o Japão e às
eficiências obtidas através das medidas de contenção de custo
mantidas”.
Durante o
semestre, a empresa preencheu nove ‘Aplicações de Nova Droga
Resumidas’ (“ANDA”) nos EUA, com três aprovações.
7. O fluxo FDI
poderá exceder o influxo
TOI 24 de
outubro de 2006
NOVA DELHI:
Uma quantidade de aquisições estrangeiras feitas pela India Inc,
especialmente a mais recente da Corus Group pela maior corporação
da Índia, a House Tatas, de mais de 8 bilhões de dólares, pode
resultar em fluxos FDI excedendo as entradas este ano.
A aceleração
na atividade de investimento fora do país pelas firmas indianas
tem aquecido os fluxos FDI que têm excedido os influxos totais de
países estrangeiros este ano. As aquisições estrangeiras por um
pequeno número de empresas domésticas este ano, sozinhas,
corresponderam a mais de 10 bilhões de dólares.
Um relatório
da Crisil Centre for Economic Research diz que a fase de aumento
dos investimentos indianos estrangeiros reflete nos imperativos de
operar em um local de mercado globalizado. As firmas indianas são
agora conduzidas pela necessidade de achar o misto de recurso mais
barato e estabelecer operações onde estes recursos estiverem
disponíveis.
As aquisições
por parte das firmas domésticas no estrangeiro são parte de uma
estratégia para estabelecer a Marca Índia em todo o mundo e não
estão limitadas a poucos setores, mas distribuídas ao longo de um
vasto conjunto de indústrias que variam de farmacêuticas, de
telecomunicações, automotivas e afins incluindo “TI”.
O recente
anúncio da Tata Steel de resgatar a anglo-holandesa Corus, maior
siderúgica, por 8,04 bilhões de dólares e o plano da maior firma
de eletrônicos Videocon de adquirir a Daewoo Electronics da Coréia
do Sul por 700 milhões de dólares, destaca o aumento da posição
global segura da Índia.
O Tata Group
foi o pioneiro em outras aquisições globais, como a aquisição da
Energy Brands Inc americana pela Tata Tea por 677 milhões de
dólares, a aquisição do controle da Natsteel de Cingapura pela
Tata Steel por 486 milhões de dólares e a aquisição do controle da
Eight O'Clock Coffee pela Tata Coffee por 220 milhões de dólares
este ano.
A firma
farmacêutica da Romênia, a Terapia, também adquiriu a Ranbaxy por
324 milhões de dólares este ano. A Globalização que expôs os
mercados da Índia às costas estrangeiras tinha levado as empresas
domésticas a transcender barreiras geográficas e achar uma posição
segura nos mercados desenvolvidos. As mudanças no ambiente
regulador internacional, principalmente os aumentos nos regimes
dos direitos de propriedade intelectual (“IPR”), também têm sido
condutoras importantes para que as Incorporações Indianas façam
incursão no estrangeiro, afirmou o relatório da Crisil “Criando a
Corporação Multinacional da Índia”.
A aceleração
nos investimentos de longo prazo da Índia não tem sido um esforço
repentino, mas o auge da tendência de longa data da criação da
Corporação Multinacional indiana, que tem acumulado força ao longo
dos últimos anos.
A
diversificação geográfica destes investimentos também tem sido
variada, e estende-se aos EUA, Europa, África, China, bem como aos
países da Comunidade dos Estados Independentes.
Entretanto,
conforme dados disponíveis do Departamento de Promoção e Política
Industrial, os influxos FDI dobraram durante Janeiro- Julho de
2006, chegando a 4.74 bilhões de dólares, comparados ao mesmo
período de 2005.
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Os fluxos FDI
também estão em ascensão e estão determinados a ultrapassar os
influxos até o fim do ano.
O aumento nos
fluxos do país ganhou ímpeto baseado no favorável papel
representado pelo governo, particularmente pelo Reserve Bank of
India (‘RBI’), que está em concordância com sua estratégia de
‘internacionalização’ do setor corporativo da Índia, segundo
relata o relatório da Crisil.
Como as
reservas de câmbio exterior se acumularam, (as reservas de câmbio
exterior se mantém em mais de 165,33 bilhões de dólares desde
agosto de 2006), o ‘RBI’ relaxou progressivamente os controles dos
investimentos fora do país, facilitando a aquisição ou
investimento das empresas indianas no exterior.
Uma porção de
emendas nas diretrizes do ‘RBI’ aumentaram efetivamente os limites
de investimento permitidos e modernizaram os processos.
Porém, além
das muito comentadas compras e aquisições de controle de empresas,
as joint ventures com empresas estrangeiras e os
investimentos estratégicos também estiveram em ascensão e
contribuíram para o aumento de investimentos fora do país.
8. Interesse de expatriados em trabalhar no setor bancário da
Índia
Anita Bhoir
TOI, 21 de
outubro de 2006
MUMBAI: O
setor bancário indiano está se tornando um ótimo destino para os
expatriados. O setor privado, o Banco ICICI e bancos estrangeiros
como Citibank, Standard Chartered Bank, ABN Amro Bank, entre
outros, testemunham esta nova tendência.
Os headhunters
(descobridores de talento) dizem que os expatriados dos países do
sudeste da Ásia estão muito interessados em trabalhar para as
empresas de serviços financeiros, principalmente os bancos. Eles
preferem trabalhar em banco de investimento, banco de varejo e
integrado, incorporações, mercados globais e no setor
micro-financeiro.
“Temos
cidadãos estrangeiros trabalhando no ICICI Bank, em banco
integrado, em banco de investimento e na área micro-financeira.
Eles são do Japão e dos Estados Unidos. Esta é uma tendência
emergente em que os expatriados estão desejando trabalhar na Índia
com salários indianos. Isto se dá na maior parte por causa da
escala que os mercados indianos oferecem hoje”, disse Chanda
Kochhar, representante da diretora administrativa, em um seminário
bancário.
A diminuição
da diferença salarial entre a Índia e o mundo desenvolvido também
tem feito com que a Índia seja um destino atrativo para quem
procura emprego.
Os cidadãos
estrangeiros estão agora mais receptivos em aceitar compromissos
na Índia. A diferença entre a estrutura de compensação oferecida
pela Índia e por outros países tem caído substancialmente ao longo
dos dois últimos anos.
“Hoje, o
salário de um executivo e de um funcionário de nível médio na
Índia é comparável ao oferecido em Cingapura”, disse Nita Law,
chefe regional de RH na Índia e no Sul da Ásia do Standard
Chartered Bank.
Raj Katra,
vice-presidente sênior e chefe de recursos humanos do ABN Amro
Bank diz que: "Os salários na Índia estão se alinhando cada vez
mais àqueles dos mercados desenvolvidos, enquanto que o custo de
vida está ficando significantemente mais baixo, dando ao
expatriado um maior estímulo ao seu dinheiro, literalmente
falando.
A economia
Indiana é considerada como uma imensa oportunidade de crescimento
profissional, considerando o aumento no desenvolvimento da Índia
como uma peça-chave global e um mercado imenso, fazendo com que a
Índia seja um ótimo destino profissional. Os expatriados passam
entre dois a cinco anos na Índia."
"Há escassez
de talento na Índia, principalmente na área de serviços
financeiros. As instituições que abrem um novo negócio preferem os
expatriados. Os expatriados também vêem a escassez de talentos na
Índia como uma extensão adicional para suas carreiras", disse
Anindita Banerjee, consultora chefe da Stanton Chase.
"Por um
determinado período, a estrutura de compensação na Índia também se
ajustou a acomodar estes expatriados", acrescentou Banerjee.
9. As fontes de
influência de Software exigem uma mudança na educação
TOI, 20 de
outubro de 2006
BANGALORE: As
fontes de influência de software exigiram uma mudança nos sistemas
educacionais de maneira que os estudantes sejam graduados em
diferentes períodos do ano, diferentemente de agora em que quase
todos são graduados no período de Maio-julho.
Com seus
níveis de contratação atingindo proporções gigantescas, as firmas
de TI estão começando a enfrentar o problema de ter que fazer a
maioria de sua contratação no primeiro semestre do ano fiscal e
concentrar seus recursos de treinamento nesse período.
As firmas nos
EUA, por exemplo, são consideradas as melhores para lidar com as
necessidades de contratação, pois os estudantes se formam em dois
turnos diferentes.
TV Mohandas
Pai, chefe de RH da Infosys diz que: “Nós temos exemplos de
contratação conturbados nos primeiros seis meses, pois muitos
estudantes se formam neste período. No terceiro trimestre, é
tipicamente o pessoal sênior que é então procurado.
Consequentemente vem o ponto crítico, pois o mercado se torna
enxuto no quarto trimestre”.
Pratik Kumar,
vice-presidente executivo de RH da Wipro diz que: “Dois turnos de
graduação todo ano, nos ajudaria a contratar em fases. Eu espero
que as faculdades pensem nestes termos”.
Já há indícios
de que as três grandes empresas de TI indianas, a TCS, a Wipro e a
Infosys, contratarão mais do que os seus objetivos traçados neste
ano.
Sudin Apte,
analista sênior da Forrester Research diz que: “Eles precisam
construir a equipe de entrega para garantir que eles estejam a
caminho. Nossa pesquisa mostra que as três firmas principais
precisam ir a 200 faculdades de engenharia para fazer seu
recrutamento. O processo se torna muito longo”.
10.
Agora, a Índia
investe na onda legal de terceirização
TIMES NEWS
NETWORK
PUNE:
Mundialmente, espera-se que o custo de serviços legais ultrapasse
$250 bilhões. Isto tem gerado uma gama de terceirização de
serviços legais.
Isto reduz o
custo em torno de 75%. Além disso, a oportunidade de negócio está
vindo de todas as partes do mundo. Satish Kishinchandani, sócio
da DSK Legal, disse que sua empresa tem o objetivo de terceirizar
toda a parte legal. Referindo-se ao diferencial de custo, ele
disse que um advogado em Londres cobra de e300-350 por hora,
enquanto que os custos na Índia seriam de um terço deste valor. Os
encargos diminuirão de acordo com o aumento do volume, disse ele.
A LPO, fundada
há um mês atrás, está trabalhando com uma única equipe de 20
advogados, mas espera trabalhar com três até março, quando poderá
ter 100 advogados.
Seu livro de
pedidos de Rs 10 milhões inclui redigir contratos para uma
Corporação Multinacional, auditoria legal para uma consultoria de
investimento e correção monetária legal para empresas de
publicação.
Suhas
Tuljapurkar, presidente da Legasis, acrescentou que eles têm
identificado consultores de mercado em Londres
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e nos EUA. Uma
parte considerável do negócio de Terceirização do Processo Legal
(‘LPO’) é patente, uma vez que o arquivamento da aplicação de
patente nos EUA custa entre $ 10,000-12,000. Se fosse
terceirizada, custaria $2,500.
A Nasscom
projetou o negócio de Terceirização do Processo Legal na Índia
como valendo $3-4 bilhões com a Assocham estimando a participação
da Índia em 3-4%.
Entretanto,
ainda há um desacordo entre o talento disponível e a solicitação
do mercado. A Índia possui uma classe a ser graduada anual de
75.000 advogados, enquanto que se espera que a necessidade do
mercado atual ultrapasse 79.000 advogados.
Como o setor
de terceirização está em alta, esta diferença irá aumentar, disse
o Sr. Kishinchandani.
11.
O que o
FIR-Relatório de Inteligência Financeira diz sobre a Índia
(Uma
Mensagem Especial de Christopher Ruddy, Editor, NewsMax.com
7 Motivos
para que a Índia Seja a “Must-Own” Parte de Seu Portifólio
Eis os 7
motivos do porque a Índia deverá encontrar seu caminho no seu
portifólio. Quanto mais rápido, melhor!
1. Um Súbito Crescimento da Economia: O crescimento da
economia está estimado em 8,1% em 2006.
2. A
Produção Industrial está Muito Alta:
As estimativas do Índice de Produção Industrial em janeiro
cresceram para 273,3; um crescimento de 8,3%, comparado à janeiro
de 2005.
3. Investimentos Estrangeiros estão Subindo Rapidamente:
Investidores mundiais estão migrando para a Índia, com fluxos de
investimentos diretos atingindo uma alta de $647.7 milhões em
2006, comparados aos $152 milhões do ano anterior.
4. A
Bolsa de Valores está Subindo:
O melhor indicador de desempenho da Índia, o Sensex índice
de ações, ultrapassou a barreira de 11.000, atingindo uma alta
recorde em 21 de março de 2006. Enquanto o desempenho passado não
é sempre o melhor indicador, ele mostra que os mais recentes
investimentos na Índia estão pagando retornos que ultrapassam o
México, o Brasil e o Kuwait aos investidores.
5. A Inflação está em Queda: A Inflação, conforme medida
pelo Índice de Preço de Atacado, caiu para 4,1% a partir de 4 de
fevereiro de 2006, comparado a 5% em Fevereiro de 2005.
6. Fala-se Inglês: A maioria das pessoas na Índia fala
Inglês, o que dá uma tremenda vantagem em relação à Índia e outros
países de economia emergente da Ásia.
7. Força de Trabalho Bem Instruída: A Índia agora forma
mais de 3 milhões de alunos nas faculdades – um número que deverá
dobrar até 2010.
Todas estas
vantagens, mais o fato de que vários empregados indianos aceitarão
um décimo dos salários pagos aos trabalhadores dos EUA, explicam o
motivo de empresas gigantes como a GE, Intel, Texas Instruments,
IBM, Electronic Data Systems, Microsoft, Cummins e PeopleSoft
estarem terceirizando suporte técnico, programação, design
e outros serviços de alta tecnologia para a Índia.
Nosso contato
interno no Swiss Bank também observou que a Índia, adere cada vez
mais aos padrões contábeis Ocidentais, enquanto que os métodos
contábeis da China são notoriamente incertos.
Nós
acreditamos que a Índia oferece aos investidores prospectos a
longo prazo melhores do que a China. Para uma lista completa de
nossos melhores fundos, ações e Recibos de Depósito Americanos
para comprar agora, segue-se
este link.
12.
A BBC
terceiriza seus serviços para a Índia
TOI, 22 de
outubro de 2006.
LONDRES: A
British Broadcasting Corporation está terceirizando alguns dos
seus serviços contábeis e financeiros para a Índia com o objetivo
de economizar 20 milhões de libras por ano para a próxima década.
"A BBC está
tirando vantagem das economias da globalização, enquanto mantém os
benefícios de maior suporte ao cliente local”, disse a Corporação
no domingo.
O contrato,
que inclui o gerenciamento da folha de pagamento e administração
financeira, foi obtido pela Xansa.
A Xansa irá
fornecer serviços de suporte ao cliente do Reino Unido, mas outros
papéis serão executados em seus escritórios em Chennai.
A economia irá
de encontro com o objetivo da BBC de liberar 335 milhões de libras
para serem investidas em programas e serviços.
O contrato foi
previamente mantido por outra organização privada, a Medas.
13. Onda de
Contratação: A TI se especializa para recrutar 200.000
22 de outubro
de 2006
NOVA DELHI:
Não há pausa na onda de contratação das maiores empresas
domésticas de software, com mais de 27.500 profissionais TI se
integrando às cinco maiores firmas durante os três últimos meses,
ao passo que o momento é de prosperidade.
Os cinco
melhores times de TI do país, a TCS, a Infosys, a Wipro, a Satyam
Computer e a HCLTechnologies adicionaram um total de 27.583
empregados a suas folhas de pagamento no trimestre de
Julho-setembro.
O momento de
grande contratação, praticamente acabou com as preocupações de que
os salários elevados ‘devorariam’ a lucratividade da empresa, uma
vez que todas as cinco empresas anunciaram resultados financeiros
impressionantes para o trimestre que terminou em 30 de setembro,
sentiram os especialistas.
A força de
trabalho coletivo das quatro melhores empresas de TI, a TCS, a
Infosys, a Wipro e a Satyam Computer no final do período era de
2.37.016.
A segunda
maior exportadora de software do país, a Infosys, integrou 7741
funcionários durante o trimestre de junho, enquanto que a líder
TCS anunciou uma integração em rede de 6663 funcionários no mesmo
período.
Antes disso, a
Infosys anunciou que tem planos de contratar 25.000 empregados
este ano, enquanto a TCS anunciou que aumentará seu número de
funcionários para 30.500 pessoas.
Outra gigante
de software, a Wipro, recrutou 5328 empregados durante o período
de Julho-setembro deste ano, totalizando 61.179 empregados.
14. A Cairn
investe US$ 2.02 bilhões em Rajasthan
Business Standard:
23 de outubro de 2006
Nova Delhi: A
Cairn India, subsidiária da firma escocesa Cairn Energy, planeja
investir mais de Rs 9140 crore em seu prolífico Rajasthan,
local de maior descobrimento de petróleo terrestre em mais de duas
décadas.
Sede Administrativa | Rua Paulo da Gama, 16 | 1400 Lisboa |
Portugal | Tel. 21 301 01 66 | Fax 21 301 99 28 |
Sede | Rua Castilho, 65-5ºE | 1250-068 Lisboa | Portugal |
A Cairn
planeja investir sozinha Rs 6900 crore no gigante campo
Mangala, ao longo do tempo de vida do campo que vai até 2014, de
acordo com o 'draft red herring prospectus’ (‘DRHP’) que foi
preenchido pela empresa para uma oferta pública inicial (‘IPO’) em
dezembro.
O Mangala é a
maior das 18 descobertas que a empresa fez no Rajasthan, onde a
empresa estima uma reserva de 3,6 bilhões de barris.
"Nós esperamos
que um maior dispêndio de capital seja necessário para maximizar o
potencial total do campo Mangala até 2041 e o custo de capital
bruto total durante a vida-útil do campo está estimado em Rs 6900
crore ($1.5 bilhão), dos quais Rs 2400 crore ($51
milhões) foram incorridos antes de 1º. de julho de 2006”, disse o
‘DRHP’.
Além disso, a
Cairn estimou que o dispêndio de capital necessário para explorar
o campo Bhagyam é de Rs 1290 crore ($280 milhões); e, para
explorar o campo Aishwariya são necessários Rs 1060 crore
($230 milhões); e Rs 200 crore ($45 milhões) para explorar
os campos de petróleo Raageshwari e Saraswati.
Do dispêndio
de capital total necessário para a exploração destes campos, Rs
69.1 crore ($15 milhões) brutos foram incorridos antes de
1º. de julho de 2006.
15. O Banco ICICI
Tem o Segundo Maior Lucro ao Elevar o Crescimento de Empréstimos
Por Sumit
Sharma
24 de outubro
(Bloomberg) – O ICICI Bank Ltd., o maior banco da Índia no valor
de mercado, anunciou seu segundo maior lucro que bate as
estimativas dos analistas e acelera o crescimento da economia.
Isto estimulou os clientes a tomarem empréstimos imobiliários e de
autos.
O lucro
líquido aumentou para 7,55 bilhões de rúpias ($166 milhões) no
trimestre que terminou em 30 de setembro, comparados a 5,8
bilhões de rúpias do ano anterior, disse o banco sediado em Mumbai
hoje. Os números batem as estimativas dos analistas de lucro de
6,97 bilhões de rúpias.
O Presidente
do ICICI Bank, K.V. Kamath, prevê que as empresas indianas irão
mais do que dobrar suas necessidades de capital para $175 bilhões
em três anos. Os fundos controlados pelo governo de Cingapura
tentam aumentar sua parte no ICICI, o melhor indicador de
desempenho da Índia no trimestre.
“Os clientes
estão tomando empréstimos de uma forma que eles nunca fizeram
antes”, disse Jon Thorn que gerencia $250 milhões de ativos no
India Capital Fund Ltd, em Hong Kong. “Os bancos foram liberados e
estão aptos a fazer o tipo de empréstimo que eles não poderiam
fazer três ou quatro anos atrás.”
Os empréstimos
bancários indianos estão crescendo anualmente mais de 30 por
cento, ao mesmo tempo em que a economia vai a todo vapor atrás da
China e fica entre as 20 maiores economias do mundo. O Primeiro
Ministro Manmohan Singh espera que o crescimento econômico exceda
8 por cento pelo quarto ano consecutivo, sendo o mais longo
período desde a independência da Grã Bretanha em 1947.
As Ações Sobem
O ICICI
anunciou um recorde de lucro de 7,9 bilhões de rúpias nos três
meses que terminaram em 31 de março. As ações da financiadora
ganharam 43 por cento no trimestre que terminou em 30 de setembro,
o melhor no índice indicador de desempenho Sensex.
Os
investidores estrangeiros adquiriram 73 por cento do banco, uma
porcentagem pequena do limite de propriedade estrangeira, elevando
seu valor de mercado para $14 bilhões.
O ICICI está
procurando ganhar clientes antes que as financiadoras HSBC
Holdings Plc e Citigroup Inc. abram mais filiais para penetrar na
vasta população de 1,1 bilhões da Índia.
A Presidente
do HSBC India, Naina Lal Kidwai, espera 50 por cento de
crescimento de lucro na Índia, assim como a financiadora sediada
em Londres aumenta os empréstimos a pessoas físicas e pequenos
negócios.
A firma de
hipotecas Indiana da qual o Citigroup sediado em Nova Iorque faz
parte, a Housing Development Finance Corp, anunciou em 19 de
outubro que o lucro no segundo trimestre bateu 23 por cento.
Comprando Casas, Veículos
A classe média
da Índia, estimada pela firma de consultoria sediada em Nova
Iorque McKinsey & Co, como sendo de 216 milhões de pessoas, está
mudando sua tradicional aversão a dever para comprar casas,
veículos e eletrônicos.
Os custos mais
altos de retirada de empréstimo não têm detido o crescimento de
crédito, assim como o aumento de renda ajuda as pessoas a pagar os
empréstimos.
O ICICI teve
31 por cento das hipotecas indianas, fez 40 por cento de
empréstimos para compra de veículos e 36 por cento de empréstimos
para aquisição de lambretas e motocicletas a partir de 31 de
março.
O aumento de
empréstimos está alavancando as vendas da Tata Motors Ltd, a maior
fabricante de caminhões da Índia e da Maruti Udyog Ltd, que vende
metade dos carros no país. A Tata provavelmente anunciará um
aumento de 36 por cento nas vendas no trimestre, enquanto que as
vendas da Murati aumentaram 12 por cento, de acordo com a pesquisa
Bloomberg.
Ainda assim,
os bancos podem estar em grande risco, já que o aumento de
empréstimos incentiva maiores preços de mercadorias e
propriedades, de acordo com a Fitch Ratings. A Fitch pode mover a
Índia para uma categoria de risco mais alto, no que se refere ao
crescimento de empréstimo que não pára. Isto pode levar a um
“risco sistêmico”, disse David Marshall, diretor administrativo da
Fitch Ratings, mês passado, em Mumbai.
A Índia, a
Áustria, a República Tcheca, a Eslováquia e a Eslovênia foram
movidas pela Fitch para a categoria de “risco moderado”, estando o
mês passado em “baixo risco”.
Taxas
Crescentes
O Reserve Bank
of India está prestes a liberar sua próxima declaração de política
monetária em 31 de outubro. O banco central da Índia aumentou a
sua marca de referência de taxa de juro três vezes este ano para
uma alta de quatro anos de 6 por cento para verificar a inflação.
A taxa de
inflação da Índia acelerou para 5,16 por cento, a mais rápida nos
três meses, na semana que terminou em 30 de setembro. O mais
próximo da previsão do governo que foi de 5 por cento e 5,5 por
cento.
O rendimento
dos títulos de dívida do governo de 10 anos foi negociado a 7,66
por cento ontem em Mumbai, comparados a 10,80 por cento em janeiro
de 2001, apresentando queda de 29 por cento.
Os títulos de
dívida de 10 anos caíram tanto quanto os 4,95 por cento de outubro
de 2003, de acordo com os dados compilados pela Bloomberg.
As pessoas que
compraram casa e pegaram empréstimos a mais do que 13,5 por cento
em 2000, pagam hoje cerca de 9,25 por cento, disse o diretor
administrativo da Housing Development Finance , semana passada.
“O Reserve
Bank of India quer fazer com que o crescimento de crédito caia
para 20 por cento, mas os empréstimos ruins, na maioria dos bancos
indianos, têm caído e eles têm capital adequado”, disse o India
Capital Fund's Thorn.
“Não há muito
risco, desde que os bancos administrem seu gerenciamento de
crédito.”
O ICICI
cresceu $400 milhões este mês vendendo títulos de dívida de cinco
anos (um terço a mais do que seu objetivo) para financiar filiais
e o aumento de empréstimo no estrangeiro. A financiadora aumentou
$340 milhões ao vender títulos de dívidas a investidores
estrangeiros em agosto.
O diretor
administrativo da Government of Singapore Investment , Ng Kok Song,
disse em 31 de agosto que o ‘GIC’, que administra as reservas
estrangeiras da cidade, tentarão aumentar sua parte no ICICI.
O banco
central limitou o ‘GIC’ e a ‘Temasek Holdings Pte’ a aumentar suas
participações para 10 por cento cada, pois tratava as companhias
estatais de Cingapura como uma corporação única. A Temasek tinha
7,4 por cento de participação e a ‘GIC’ possuía 2,3 por cento a
partir de 29 de julho.
17. A Leyland,
Bosch emparelha-se com a IIT-M
Business Standard:
outubro 24, 2006
Chennai: A
grande empresa de veículos comerciais, a Ashok Leyland e Bosch,
fornecedora mundial de componentes para autos, assinou um
Memorando de Entendimento com o Instituto de Tecnologia Indiano, o
Madras (‘IIT-M’), para instalar um Centro de Excelência em Projeto
de Engenharia da Ashok Leyland e Bosch no campus do IIT-M.
Sede Administrativa | Rua Paulo da Gama, 16 | 1400 Lisboa |
Portugal | Tel. 21 301 01 66 | Fax 21 301 99 28 |
Sede | Rua Castilho, 65-5ºE | 1250-068 Lisboa | Portugal |
O Memorando de
Entendimento foi assinado na Índia por R Seshasayee, diretor
administrativo da Ashok Leyland, por M S Ananth, diretor do IIT-M
e por Albert Hieronimus, diretor administrativo da Motor
Industries Company Ltd, a principal empresa do grupo alemão Bosh.
De acordo com
o contrato, Ashok Leyland e Bosch contribuirão com cerca de Rs 4
crore cada para o programa de projeto de engenharia
oferecido pelo departamento de projeto de engenharia, formado
recentemente pelo IIT-M, conforme anunciado.
O programa de
projeto de engenharia do IIT-M é um programa de dois níveis, BTech
em projeto de engenharia e MTech com especialização em engenharia
automotiva. O departamento oferecerá programas ‘MS’ e ‘PhD’ em
janeiro de 2007.
Os engenheiros
da Ashok Leyland e Bosch serão treinados pelo IIT-M e os
candidatos que satisfizerem as normas de admissão serão admitidos
nos programas ‘MS’ e ‘PhD’. O propósito principal é impulsionar as
atividades de pesquisa e desenvolvimento nas duas empresas.
Os 55.000 pés
quadrados do Centro de Excelência em Projeto de Engenharia da
Ashok Leyland e Bosch serão sede do departamento de projeto de
engenharia do IIT. O centro será equipado com estúdios de artes
gráficas, centro de engenharia da computação e laboratórios de
projeto de produto, ergonômicos, mecatrônicos, controles e
dinâmicas de veículos.
Ao comentar do
curso duplo do IIT-M, Seshasayee disse que a exposição aos
problemas do mundo real na indústria muito beneficiaria a
transição dos estudantes de acadêmicos para eventuais planos de
carreira.
Hieronimus
disse que a chave para o longo sucesso da indústria automotiva da
Índia será a disponibilidade de excelentes competências locais e,
a introdução deste programa será um grande e importante passo para
satisfazer as crescentes necessidades.
Esta
iniciativa ajudará tanto os estudantes quanto a indústria a
desenvolver competências que estejam adequadas às demandas do
Mercado.
18. Firmas
Americanas despacham materiais para hospitais na Ásia
TOI,
24 de out de
2006
NOVA IORQUE:
Pelo menos 40 corporações americanas assinaram um plano de saúde
que permite enviar empregados para fora do país, inclusive para a
Índia, Malásia, Tailândia e Cingapura, onde eles poderão
economizar mais do que 80% no custo com procedimentos médicos.
A United Group
Programs, seguradora de saúde em Boca Raton, Flórida, começou a
oferecer o programa seis meses atrás, devido aos custos médicos
estarem subindo rapidamente nos EUA, onde os americanos gastam
cerca de 16% do PIB em cuidados com a saúde e, ao fato de que na
Europa, a idéia de ir para o exterior para cuidar da saúde estar
se tornando cada vez mais atrativa, reportou a Newsweek.
Mais de
1.50.000 norte americanos e europeus atualmente procuram por
tratamento médico no exterior, foi dito. Ao fornecer exemplos de
economia de dinheiro, a Newsweek citou a Global Choice Healthcare,
uma firma que organiza procedimentos no exterior, que diz que a
angioplastia, que custa $50.000 em um hospital Americano, pode ser
executada por apenas $6.000 em Mohali. A empresa citou a Abacas
International, agente de viagens, que estima que o turismo médico
para a Ásia deverá gerar até $4.4 bilhões até 2012.
Para cirurgias
invasivas, os destinos preferidos incluem a Índia, a Tailândia, a
Cingapura e a Malásia, onde grandes hospitais, como a cadeia
Apollo na Índia e o Bumrungrad em Bangkok, na Tailândia, atraem
ativamente os pacientes americanos, europeus e do Oriente Médio.
A Slick
Websites obtém suas parcerias com hotéis de luxo próximos para
recuperação de pós-operatório.
Informativo, 16-XI-2006
Índice
............................................................
Página 2
.
O
setor manufaturado atrai um grupo de espanhóis
A
L&T (Larsen & Toubro) planeja um projeto de Rs 20,000 cr ($4.5
bilhões)....................
Página 2
A Fortune em conversações para iniciar em breve
uma edição indiana..............................
Página 3
A Índia visa um investimento têxtil de US$ 7.4
bilhões em 06/07 .......................................
Página 4
A Índia obtém 7 milhões de novos usuários de
celulares em outubro..................................
Página 4
A Samsung planeja recurso de $100 milhões em Chennai
.................................................
Página 5
A Microsoft aumenta gradativamente sua
presença na Índia
........................................... Página 5
A Terceirização é boa para a economia dos EUA:
Ballmer ..............................................
Página 6
A Pune-Nashik acelera para US$ 1.56 bilhões o
investimento em autos...........................
Página 7
A Hershey quer o gosto da Índia ........................................................................................
Página 7
The Economist homenageia Sam Pitroda
...........................................................................
Página 8
Os EUA fazem visto mais barato, mais rápido para os indianos
.....................................
Página 9
TCS, Satyam fecha contrato com a Qantas
......................................................................
Página 9
A Du Pont instala um centro de conhecimento na
Índia...................................................
Página 10
A Tatas fica chique, compra uma fatia da
história de Boston...........................................
Página 10
Soros visa o varejo, propriedade para começar
sua história na Índia..............................
Página 11
FOs estrangeiros agora podem voar com tarifas
50% mais baratas................................
Página 12
A LSE (Bolsa de Valores de Londres),a BSE
(Bolsa de Valores de Bombay) vistas
em conversações,
planejam lista cruzada .............................................................................
Página 12
A Índia mais atraente para investidores
estrangeiros: Estude
……..................................... Página 13
Informativo, 16-11-2006
1. O setor
manufaturado atrai um grupo de espanhóis
Prabhakar Sinha,
TOI, 10 Nov. 2006
NOVA DELHI:
Com a Índia se tornando um dos destinos mais atraentes para se
fazer investimentos, os executivos de novas áreas estão vindo
explorar as oportunidades.
Neste período,
um grande grupo de executivos do grupo corporativo MCC veio da
Espanha para procurar opções de investimentos disponíveis no setor
de manufatura no país.
Jesus Catania,
o presidente do grupo de 88 cooperativas, a Mondragon Corporacion
Cooperative (‘MCC’), cujo movimento combinado é de mais de $16
bilhões, ou seja, 4% do PNB da Espanha, disse que eles
identificaram oito oportunidades nos componentes automotivos,
ferramentas de máquina, aparelhos domésticos e indústria da
construção.
A respectiva
cooperativa também listou seus parceiros indianos com quem as
discussões estão em estágio avançado. Na área de ferramentas de
máquina, ele disse que uma corporação da cooperativa do MCC irá
sozinha começar sua unidade de manufatura na Índia e, em breve,
solicitará permissão na Índia.
O grupo de
cooperativa emprega mais de 80.000 pessoas no mundo.
Uma corporação
do grupo da cooperativa, a Irizar, já fez uma joint venture
da Irizar TVS com a TVS e a Ashok Leyland, da qual todas as três
partes possuem um terço de ação.
A empresa
fabrica ônibus de luxo aqui para exportar. Sua outra presença na
Índia é na JV Coinma India, na qual a Coinma da Espanha tem uma
parceria com o grupo da Bhayana para fabricar móveis para casas e
escritórios.
A Catania
disse que as firmas da Espanha são principiantes no Mercado
indiano, pois estavam ocupadas com os países do Leste Europeu e da
América do Sul. “A Espanha tinha uma economia protecionista até
1986. Após a sua abertura em 1986, por algum período as firmas
espanholas se defenderam das novas importações que seguiam a
liberação. Durante este período, vários setores como o de
construção de embarcação e engenharia pesada saldaram suas
dívidas. “Mas, durante este período de consolidação, a indústria
se tornou competitiva”, disse ele.
2.
A L&T (Larsen & Toubro) planeja um projeto de Rs 20,000 cr ($4.5
bilhões)
Sandeep Mishra,
TOI, 11 de nov. de 2006
BHUBANESWAR: O
grupo Larsen and Toubro (L&T) revelou que planeja investir mais de
Rs 20.000 cr em Orissa, o que incluirá o estabelecimento de
uma refinaria de alumínio e uma unidade de fundição. O diretor
administrativo do grupo, A M Naik, anunciou o fato depois de
participar de discussões com o Ministro Chefe Naveen Patnaik.
A empresa, que
está engajada em discussões com o governo do estado há vários
meses, acerca do projeto de alumínio proposto, entretanto,
adicionou uma condição em seu plano de investimento no setor
mineral.
Ela quer que o
governo do estado se encarregue da aplicação de arrendamento da
mina de bauxita ao Centro, antes que ela comece a investir na sua
refinaria de alumínio proposta perto de Kashipur, no distrito de
Rayagada. A empresa, de acordo com oficiais, pretende ter sua
fábrica de fundição no distrito de Sambalpur. Oficiais disseram
que a L&T planejou seu empreendimento de alumínio em associação
com a Dubai Aluminium (Dubal).
"Nosso
propósito em visitar o estado era acelerar o trabalho na nossa
fábrica de alumínio proposta e em outras fábricas. Nós pretendemos
investir Rs 15,000 cr no projeto de alumínio em duas fases.
Porém, o governo do estado tem que se encarregar do arrendamento
da mina ao Governo da Índia para que, então, nós possamos acelerar
o processo”, disse Naik.
O Ministro do
Aço e das Minas, Padmanab Behera, observou que, de acordo com a
política de mineração do estado, a aplicação do arrendamento da
mina só pode ser encaminhada ao Centro depois que o peticionário
fizer certa porcentagem do investimento total.
Caso a
proposta da L&T se concretize, então ela será a quarta maior
investidora no setor de alumínio no estado, após a Hindalco, a
Vedanta Alumina Limited e a Utkal Alumina International Limited.
Algumas outras empresas, incluindo a India Metals and Ferro Alloys
(IMFA), baseada em Orissa, têm mostrado interesse em entrar no
setor de alumínio.
Informativo,
16-11-2006
Naik disse que
o grupo L&T group, que é acionista da Dhamra Port Company, tem o
objetivo de começar um projeto de construção no porto Dhamra em
janeiro- fevereiro de 2007. O grupo também concordou em construir
um ancoradouro de carga a granel no porto Gopalpur. Naik
acrescentou que o grupo está interessado em participar de um
projeto de trilhos em Gopalpur.
3.
A Fortune em conversações para iniciar em breve uma edição indiana
Business Standard, 10 de nov. de 2006
Nova Delhi: O
grupo TimeWarner, que possui a Fortune, deverá em breve ter
publicação na Índia. A revista está em conversações com as
editoras para uma edição indiana aqui. Além desta edição
americana, a Fortune publica edições na Europa e na Ásia, bem como
uma edição na língua chinesa.
“Nós estamos
em conversação com duas ou três editoras. A Índia é uma das mais
rápidas economias no mundo e possui uma grande parcela da
população que fala Inglês”, disse um executivo sênior que trabalha
com a revista à Business Standard.
Ele,
entretanto, se negou a comentar sobre o período de execução de tal
empreendimento.
Enquanto o
executivo descartou qualquer possibilidade de um acordo de
concessão com a editora local devido a normas regulatórias
restritivas, ele disse que havia esperança de que o governo
liberasse as normas para o crescimento de investimento direto
estrangeiro na publicação.
“Nós estamos
abertos para a edição Indiana”, disse o executivo, acrescentando
que a revista também está em conversação com as editoras na Coréia
e no Japão para edições locais ali.
A circulação
atual da revista Fortune na Índia está em torno de 9.000, número
que a empresa espera aumentar.
Observando o
mercado dos EUA, o crescimento impresso está comparativamente
estável, enquanto que a assinatura online tem aumentado. Na
Ásia, a edição impressa é a dominante. O executivo acrescentou:
“Existe a possibilidade de que um dia nossa edição online
assuma a assinatura impressa”.
Atualmente,
seis empresas da Índia, incluindo as indianas Oil Corporation,
Reliance, Bharat Petroleum, Hindustan Petroleum, ONGC e SBI estão
entre as 500 empresas Mundiais e a China tem 19 empresas na lista
mundial da Fortune.
“Com cada vez
mais corporações fazendo aquisições estrangeiras e expandindo sua
base, uma edição local será uma opção viável”, ele acrescentou.
Dado à última
aquisição da Corus pela Tata, existe a possibilidade de que a
empresa faça parte da lista das 500 empresas Mundiais da Fortune
este ano.
Informativo, 16-11-2006
4. A Índia
visa um investimento têxtil de US$ 7.4 bilhões em 06/07
The Financial
Express, 9 de nov de 2006
Nova Delhi: A
Índia espera um investimento em seu setor têxtil de Rs 330 bilhões
durante o ano fiscal corrente, comparados aos Rs 219 bilhões do
ano anterior, segundo um pronunciamento do ministro têxtil na
quarta-feira.
Cerca de Rs
250 bilhões serão canalizados através do fundo de modernização do
governo têxtil, disse o Ministro Shankersinh Vaghela.
A principal
característica do Plano de Fundo da Atualização da Tecnologia
(‘TUFS’) são os 5 por cento de reembolso de juros às instituições
financeiras, fornecidos de acordo com o plano. Também oferece
capital ligado a subsídios de crédito à indústria têxtil.
O governo
disse anteriormente que esperava dobrar seu fundo de reembolso de
acordo com o ‘TUFS’ para Rs 300 bilhões em 2006/07, contra os 150
bilhões de rúpias em 2005/06.
A indústria
têxtil e de roupas da Índia contribui com cerca de 14 por cento da
produção industrial e com cerca de 17 por cento das exportações
totais do país. Ela emprega diretamente mais de 35 milhões de
pessoas e outros 50 milhões de empregos em atividades afins.
O objetivo da
exportação têxtil da Índia para o ano fiscal corrente é de $19,7
bilhões, dos quais $4,6 bilhões foram registrados no trimestre
abril-junho, comparados a $17 bilhões do ano passado.
A União
Européia é o maior Mercado responsável por 35 por cento das
exportações têxteis, seguida pelos EUA com 27 por cento, diz a
nota.
A Política
Têxtil Nacional da Índia de 2000 estipulou um objetivo de $50
bilhões de exportações têxteis anuais até 2010. Até então,
acrescentou a nota, o setor espera atrair investimentos,
totalizando Rs 1,4 trilhões.
5.
A Índia obtém 7 milhões de novos usuários de celulares em outubro
Business Standard, 10 de nov de 2006
Nova Delhi:
Ainda que o governo tenha sido severo na verificação de assinantes
de celulares, a Índia continua a bater recordes de adesão de
assinantes.
Após registrar
um recorde mundial de adesão de mais de 6 milhões de assinantes em
setembro, ultrapassando a China, estima-se que a Índia tenha
adicionado outros 7 milhões em outubro.
Em outubro, o
número de novos assinantes de GSM foi de 4,7 milhões, comparados a
4,4 milhões em setembro, disse a Associação de Operadoras de
Celular da Índia em uma nota. Delhi, enquanto isso, juntou-se ao
grupo de elite das cidades com mais de 10 milhões de usuários de
celular (tanto GSM quanto CDMA).
Espera-se que
os números CDMA sejam divulgados em um ou dois dias. Em outubro,
estima-se que as operadoras CDMA tenham adicionado cerca de 2
milhões de assinantes, de acordo com um oficial da Associação de
Fornecedores de Serviço de Telecomunicação Unificados da Índia.
A base de
assinantes GSM em toda a Índia chegou à marca de 96 milhões no
final de outubro e 91 milhões em setembro, acrescentou a nota.
Informativo, 16-11-2006
6. A Samsung
planeja recurso de $100 milhões em Chennai
TOI, 11 de nov.
de 2006
CHENNAI: A
Samsung India Electronics assinou na sexta-feira um Memorando de
Entendimento com o governo para fixar sua segunda fábrica indiana
em Chennai, com um investimento de $100 milhões.
Falando em uma
coletiva de imprensa, R Zutshi, diretor administrativo
representante da Samsung India, disse que a fábrica será
implantada em um terreno de 80 acres em Sriperumbudur, que fará
monitor colorido, refrigerador, ar condicionado, impressora e
outros produtos tecnológicos. “A fase I do projeto que ocorre
entre 2006 e 2009 utilizará $70 milhões e produzirá 1,50 milhões
de televisores a cores, 1 milhão de monitores para computador e
outros produtos. A fase II começa em 2010-2011, na qual as
capacidade de produção será intensificada”, acrescentou Zutshi.
O pátio
inteiro de 80 acres é dividido em duas partes, a saber. 50 acres
em área de tarifa doméstica (‘DTA’), na qual os produtos nela
fabricados serão para a Índia, enquanto que 30 acres será uma Zona
Econômica Especial que efetuará serviços de exportação. Além
disso, 40 acres estão sendo disponibilizados para os fornecedores
da Samsung.
A unidade será
um grande centro de importância para a Samsung, na qual planeja-se
que os produtos sejam enviados para os mercados do Oriente Médio,
Saarc e da África. A Samsung espera empregar 2.500 pessoas na
linha de produção em Sriperumbudur.
A construção
começará em Janeiro de 2007 e a produção comercial está estimada
para agosto de 2007. Dayanidhi Maran, Ministro das comunicações e
TI disse que com a entrada da Samsung, um novo ecossistema será
criado. "Com a Nokia, a Flextronics e a Motorola, um ecossistema
de telecomunicações já está adequado e, assim, Tamil Nadu tem um
novo ecossistema, o qual será um condutor para a entrada de outros
investimentos”, ele acrescentou.
Segundo
Saktikanta Das, secretário das indústrias, o governo disse que era
um projeto importante para o estado, já que era a primeira vez em
que vários novos produtos como monitores e refrigeradores seriam
produzidos no estado.
A Samsung já
possui sua fábrica em Noida.
7. A Microsoft
aumenta gradativamente sua presença na Índia
TOI, 8 de
novembro de 2006
NOVA DELHI: A
maior fornecedora de software do mundo, a Microsoft, que emprega
mais de 4000 profissionais na Índia, disse aumentar gradativamente
sua presença no país na quarta-feira, mas acredita que contratar
apenas engenheiros TI fora da faculdade é um problema.
Entretanto, a
empresa com sede em Redmond, sugeriu que um treinamento prático
objetivo poderia ajudar a superar a escassez da disponibilidade de
força humana treinada.
"Há certamente
uma necessidade global de engenheiros de TI e há duas questões. A
primeira questão é o mundo capaz de aplicar o talento dos
graduados nas universidades indianas a cada ano. De vinte e cinco
a trinta por cento dos engenheiros mundiais são graduados na
Índia”, disse aqui Steve Ballmer, Presidente da Microsoft.
"A outra
situação é garantir que, quando alguém sai da universidade,
(quando possível) eles estejam imediatamente aptos a serem
contratados pelas empresas que fazem trabalhos sérios de TI...
(como, por exemplo) algumas vezes em que é solicitado um pouco de
treinamento que as pessoas não têm nas universidades. O fato que
destaquei é por que nós percebemos isso na Índia”, disse ele.
Ballmer disse
que a Microsoft está fazendo sua parte para acabar com este
problema, através de treinamento que farão com que os engenheiros
se tornem empregáveis.
A Microsoft,
que possui o maior centro de ‘R&D’ na Índia fora de Redmond, tem
expandido continuamente sua presença aqui.
Mas Ballmer
não forneceu nenhum número específico de pessoas que participam da
melhoria.
"Nós escalamos
nossa equipe na Índia gradualmente. Nosso ‘R&D’, nosso suporte
mundial e nossa equipe de serviço ao cliente estão crescendo
dramaticamente na Índia. A Índia merece muita atenção, pois vejo
que o crescimento na economia, a vitalidade, a mobilidade, o
mercado de computador pessoal, todas as áreas estão crescendo”,
disse ele.
Informativo, 16-11-2006
Inicialmente,
o presidente da Microsoft visitou o Primeiro Ministro Manmohan
Singh e o Ministro de TI Dayanidhi Maran.
Enquanto
acredita-se que Ballmer tenha discutido com Sigh sobre a crescente
importância da Índia e dos indianos na Microsoft, ele dividiu com
Maran o que considera grandes oportunidades e desafios na
indústria TI.
"Nós
discutimos sobre a indústria TI, a comunidade usuária de TI, a
mobilidade, os computadores pessoais e os consumidores na Índia,
bem como o topo e a base da pirâmide econômica. Nós discutimos a
necessidade de inovação adicional que será auxiliada pela
penetração do computador pessoal. O Ministro deu sua perspectiva
na inovação de software que terá um impacto no mercado de
computador pessoal”, disse Ballmer.
Ele concordou
com várias notícias que mostram que a Índia vai encarar a questão
da força de trabalho empregável na indústria TI.
No ano
passado, a Microsoft, durante a visita do presidente Bill Gates,
anunciou investir 1.7 bilhões de dólares e dobrar o número de
funcionários para 7.000 nos próximos dois anos.
As indústrias
de serviços e de software da Índia são, na grande maioria, de
exportação e registraram uma receita de 23.6 bilhões de dólares e,
além disso, deverão alcançar 29-31 bilhões de dólares neste ano
fiscal.
8. Terceirizar
é bom para a economia dos EUA: Ballmer
TOI, 9 de nov.
de 2006
NOVA DELHI:
Steve Ballmer, Presidente da maior empresa de software do mundo, a
Microsoft, disse que os EUA continuarão a beneficiar a
facilitação da terceirização dos serviços de software e trabalhos
‘R&D’em grande escala.
"Nós teremos
que, cada vez mais, acreditar na Índia para aumentar
proporcionalmente nossas operações e para progredirmos para a
próxima onda de inovação. Então, a terceirização está aqui para
ficar. Eu sempre afirmei que a então dita terceirização é boa para
economia dos EUA”, ele disse, enquanto fazia a quinta palestra
memorial Madhav Rao Scindia, quarta-feira, à noite.
"Com o governo
dos EUA dificultando a entrada das pessoas nos EUA, há uma pressão
em empresas como a nossa de expandir relativamente nossos talentos
na Índia, mais rápido ainda. Cerca de 18 por cento de nossos
engenheiros em Seattle são indianos”, ele disse.
Ballmer, por
outro lado, sentiu que a atitude (contra a terceirização) tem
aumentado ao longo do ano passado.
Baseado em um
modelo de Centro de Entrega Mundial (‘GDC’), a indústria de
software indiana avaliada em 23 bilhões de dólares prospera no
negócio estrangeiro. Porém, isto tem levado a uma reação em vários
países, incluindo os EUA, como um resultado de perda de trabalho
local.
Ballmer também
observou o talento da engenharia Indiana para redefinir a
indústria de software.
"Trinta por
cento de todos os graduados em ciência da computação no mundo
estão passando por universidades indianas. Isto faz com que
este país tenha uma responsabilidade especial. O mundo
conta com o talento deste país para conduzir a uma nova onda de
inovação”, disse ele e acrescentou que aproveitar este talento,
requer que as empresas trabalhem com grandes objetivos.
Informativo, 16-11-2006
9. A
Pune-Nashik acelera para US$ 1.56 bilhões o investimento em autos
Business
Standard, 9 de novembro de 2006
Mumbai: O
cinturão Pune-Nashik, parte do triângulo de ouro
Mumbai-Pune-Nashik de Maharashtra, sede de numerosas unidades
automobilísticas e componentes, atrai uma nova onda de
investimentos no setor, estimada em mais de Rs 7.000 crore.
O estado está
no processo de persuadir a Volkswagen a implantar uma fábrica no
cinturão. Além disso, existe a especulação de que a Mahindra &
Mahindra (M&M) pode instalar sua unidade de veículo
multi-utilitário ali. Isto vai significar investimentos de cerca
de Rs 3.000 crore.
Mesmo sem
isto, o cinturão Pune-Nashik parece altamente posicionado como o
cinturão de autos mais dinâmico do país, à frente de Delhi-Gurgaon
e da área nas periferias de Chennai.
Quando
Vilasrao Deshmukh da Maharashtra anunciou que a DamilerChrysler
escolheu investir Rs 250 crore em uma segunda fábrica na
área, ela estava simplesmente tocando a ponta do iceberg.
O triângulo
Mumbai-Pune-Nashik já serve como base de manufatura para gigantes
nacionais como Tata, Bajaj Auto, M&M, Kinetic, Force Motors,
MICO-Bosch e Bharat Forge. A General Motors escolheu Talegaon no
distrito de Pune como local para sua primeira fábrica de carros
pequenos no mundo e dispôs de um investimento de Rs 1.400 crore.
Um porta-voz da General disse: "Há uma base forte de fornecedores
de componentes automotivos no cinturão Pune. Um outro fator
importante é a disponibilidade de um porto mundial como o JNPT.”
A M&M está
investindo Rs 700 crore na fábrica de Nashik para produzir
o carro Logan em associação com a fabricante de veículos francesa
Renault. Ela também investirá Rs 600 crore no projeto
Inginio para fabricar veículos de múltiplos propósitos que batam o
Innova da Toyata e o Optra da Chevrolet. A Bajaj Auto anunciou uma
expansão de Rs 2,000 crore na sua fábrica de carros de duas
rodas em Chakan. O vice-presidente da Bajaj Auto, Madhur Bajaj,
que também é presidente da Câmara de Comércio das Indústrias e
Agricultura de Maharashtra, disse: “Pune se tornou o maior centro
de fabricação de autos com o total espectro de automóveis sendo
produzido ali. Isto tem levado à criação de uma vasta rede de
fornecedores de componentes que ofereçam qualidade de trabalho
internacional”.
A Tata Motors,
que lida com a Fiat, tem incentivado as fábricas da Fiat a
instalarem uma fábrica em Ranjangao, no distrito de Pune. A
fábrica também absorverá cerca de Rs 1.500 crore. A grande
assistente automotiva MICO-Bosch anunciou planos de expansão,
investindo em sua fábrica em Nashik, Rs 600 crore em
tecnologia moderna de diesel, sistema de injeção de alta pressão.
A Bharat Forge instalará uma nova unidade, investindo Rs 300
crore em Baramati, no distrito de Pune. V K Jairath,
secretário das indústrias, disse: "A indústria automobilística tem
a força tradicional do estado. Nós conduzimos a capitalização em
razão de uma boa infra-estrutura, uma força humana altamente
habilitada e motivada, dos nossos incentivos fiscais e não
fiscais, de uma boa base de fornecedores etc.”
10. A Hershey
quer um gosto da Índia
The Economic
Times, 9 de novembro de 2006
Vadodara: A
Hershey, a maior do Mercado Americano de chocolate, está esboçando
planos de entrar no mercado indiano. É dito que a empresa de 4
bilhões de dólares está em negociações com a gigante de laticínios
Gujarat Co-operative Milk Marketing Federation (‘GCMMF’), que
comercializa a marca Amul de produtos à base leite e
chocolates e com a produtora de chocolates local Campco,
para possíveis alianças.
Fontes da
GCMMF disseram ao The Economic Times que Ted Jastrzebski,
Presidente (divisão interna) da Hershey , conduziu uma equipe à
Anand, sede da GCMMF em agosto. A equipe participou de reuniões
com oficiais da GCMMF e da Campco. As reuniões da Campco foram
organizadas pela GCMMF.
Foram
discutidas a possibilidade de estabelecer uma empresa de
manufatura com cada empresa sendo eqüitária e uma aliança de
mercado com a Hershey e a GCMMF como parceiras, segundo disseram
fontes ligadas à discussão. A GCMMF pode desenvolver um papel
menor na manufatura e poderá ter trazido a Campco por esta razão.
Informativo, 16-11-2006
Ela pode
também estar visando um papel maior no mercado, condução de suas
marcas de leite e derivados e canal de distribuição. Nenhuma
concretização para as colaborações surgiu destas reuniões. Porém,
oficiais da GCMMF planejam visitar os EUA para maiores discussões.
O diretor
administrativo da GCMMF, BM Vyas, enquanto confirmava discussões
com a Hershey e a Campco, disse ao ET: “Nós avaliamos prontamente
a possibilidade de uma aliança. A Hershey está procurando um sócio
local para entrar no Mercado indiano. Apesar disso, será prematuro
para qualquer um comentar a aliança e a estrutura desta junção.
Nós estamos em processo de avaliar vários aspectos referentes ao
nosso possível negócio.” Ele afirmou que a Hershey convidou a
administração da GCMMF para maiores discussões e ele visitará os
EUA em breve.
11. ‘The
Economist’ homenageia Sam Pitroda
IANS, Novembro
de 2006
LONDRES: Sam
Pitroda, presidente da Comissão de Conhecimento Nacional da Índia,
foi um dos sete pioneiros em seus respectivos campos homenageados
pela prestigiosa revista semanal The Economist.
Pitroda foi
premiado na categoria ‘Inovação de Processo de Negócio’, “pela
revolução de comunicações pioneiras da Índia.” A cerimônia de
premiação aconteceu aqui em 9 de novembro e foi presidida pelo
editor chefe da The Economist, John Micklethwait.
“Em 1987, o
Sr. Pitroda foi solicitado por Rajiv Gandhi, o Primeiro Ministro
indiano, a ajudar a democratizar o acesso às telecomunicações. Sua
resposta foi para que os quiosques amarelos de fácil
reconhecimento fossem disponibilizados em toda cidade pequena e
vila. No processo, ele ajudou a livrar a indústria de
telecomunicação indiana do controle estatal e a estendeu a um
número indeterminado de empresas privadas, abrindo caminho para o
súbito crescimento das telecomunicações na Índia. Através de
World-Tel, ele agora promove políticas similares em outras
partes em desenvolvimento do mundo”, disse a revista.
Os demais
homenageados incluem Martin Caruthers, professor de química e
bioquímica na University of Colorado em Boulder, pelo
desenvolvimento da síntese do DNA automatizado; Janus Friis e
Niklas Zennström da Skype, pelo desenvolvimento de
compartilhamento de arquivo na internet e da telefonia utilizando
tecnologia de usuário para usuário; Johannes Poulsen, ex-chefe
executivo da Vestas Wind Systems, pela comercialização de energia
eólica; Pierre Omidyar, fundador e presidente da eBay, pelo
desenvolvimento da tecnologia de mercado eletrônico; Hernando de
Soto, fundador e presidente do ‘Institute for Liberty and
Democracy’, pela promoção dos direitos de propriedade e
Desenvolvimento econômico; e, Nicolas Hayek, presidente da Swatch,
por revitalizar a indústria de relógio suíça.
"É
gratificante que mais de duas décadas depois de começarmos a
revisão do processo de telecomunicação na Índia, seus resultados
tenham se tornado tão difundidos. O que eu considero
particularmente satisfatório é que durante aquela fase, eu estava
apto a entrar nas primeiras energias da Índia”, Pitroda disse à
IANS, após a premiação.
Em explicação
acerca do propósito das premiações anuais, a The Economist disse:
"Este jornal foi fundado em 1843 para fazer parte de "uma árdua
disputa entre a inteligência, que estimula o progresso, e uma
ignorância desonrosa e tímida que obstrui nosso progresso”.
Um dos
carros-chefe com o qual a inteligência estimula o progresso é a
inovação, que é agora reconhecida como uma das mais importantes
contribuintes para o crescimento da economia. A inovação depende
de indivíduos criativos que sonham com novas idéias e as torna
realidade.”
Newsletter, 16-11-2006
13. TCS,
Satyam fecha contrato com a Qantas
TOI, 9 de Nov.
de 2006
MUMBAI: A
grande empresa de TI, a Tata Consultancy Services Ltd, na
quinta-feira disse ter fechado um contrato de Rs 402 crore
(90 milhões de dólares) da australiana Qantas para fornecer uma
variedade de aplicação de TI, transformação e manutenção de
serviços.
De acordo com
o contrato, a empresa assumirá total responsabilidade por mais de
75 por cento do escopo total do 'Applications Services and
Transformation’ (‘AST’), programa de terceirização da Qantas e
fornecerá suporte a todas as aplicações de TI para operações em
aeroportos e sistemas comerciais, informou a Bolsa de Valores de
Bombay.
"O engajamento
da Qantas é um importante marco para o negócio de linha aérea da
TCS e é o resultado de nossos vastos investimentos na construção
de domínio de habilidade que ajuda a criar soluções inovadoras
para as empresas”, disse o Presidente e Diretor Administrativo da
TCS, S Ramadorai.
"Nós
acreditamos que a tecnologia tem um papel importante a cumprir em
possibilitar que as empresas do setor de viagens e hospitalidade
mantenham clientes e construam novos modelos de negócio”,
acrescentou Ramadorai.
A TCS será a
parceira condutora na fase de transição de todo o programa ‘AST’
da Qantas, examinará as atividades de muitos grupos internos e
externos da Qantas que estejam envolvidos na manutenção e no
suporte TI.
Ações da
empresa foram comercializadas a Rs 1.064,90, 0,25 por cento na
“BSE”.
A Satyam
Computer Services Ltd anunciou na quinta-feira que assinou um
contrato válido por sete anos de Rs 243,19 crore (71
milhões de dólares australianos) com a companhia aérea Qantas para
fornecer serviços de TI.
O acordo cobre
desenvolvimento de aplicação e serviços de manutenção em mais de
150 aplicações ao longo de um vasto portifólio de mercadorias,
informou a TI à Bolsa de Valores de Bombay.
"Nós estamos
muito orgulhosos de fazer parceria com a Qantas, companhia aérea
australiana, como um dos seus fornecedores de serviço mundial e
desejamos muito alavancar nossa habilidade para irmos de encontro
aos objetivos e metas da Qantas", disse o co-fundador da Satyam e
Presidente, Rama Raju.
"Esta parceria
exige que a Satyam aperfeiçoe a eficiência operacional da Qantas
e, com nossa experiência na indústria aérea, nós procuramos
expandir este relacionamento com a Qantas em qualquer projeto de
desenvolvimento de aplicação TI no futuro", disse o
vice-presidente da empresa e diretor da Ásia-Pacífico, Virender
Aggarwal.
Recentemente,
a Satyam também fechou contrato com a Oracle e-Business em agosto
para implementar elementos dos sistemas de eBusiness da Qantas.
Ações da
empresa foram comercializadas a Rs 428, 3 por cento na Bolsa de
Valores de Bombay.
Informativo, 16-11-2006
14. A Du Pont
instala centro de conhecimento na Índia
Business Standard, 10 de nov. de 2006
Nova Delhi: A
Du Pont India, a subsidiária de $27 bilhões que tem 203 anos, da
EI du Pont de Nemours e Companhia, sediada nos EUA, planeja
instalar uma central de conhecimento na Índia nos próximos três
anos. Isto poderá fazer com que a força de desenvolvimento e
pesquisa da empresa cresça dez vezes para cerca de 700 empregados.
A central de
conhecimento, para a qual Bangalore, Pune e Hyderabad são
considerados, irá primeiramente cuidar das necessidades do mercado
doméstico, com potencial para os outros mercados da Ásia e também
mundiais. Baseada nestes planos, a empresa espera que suas
operações indianas continuem com sua taxa de crescimento atual de
20-25 por cento e registrem receitas de cerca de $1 bilhão
(aproximadamente Rs 4.450 crore) até 2010-11. No último ano
financeiro, as receitas foram de $350 milhões (Rs 1.600 crore).
“A Du Pont
India cresceu de 20-25 por cento ao longo dos últimos cinco anos e
nós esperamos que este crescimento continue ao longo dos próximos
cinco anos também”, disse Balvinder Singh Kalsi, presidente e
chefe executivo da Du Pont India. A firma de ciência e tecnologia
está como um touro na importância estratégica do Mercado indiano
de operações em todo o mundo. Atualmente, a Índia contribui com
cerca de 1,3 por cento das receitas mundiais e isto poderá dobrar
nos próximos cinco anos.
“A Índia está
no coração da estratégia da Du Pont: ‘Vá Onde o Crescimento
Está'”, disse Kalsi, acrescentando que os condutores do
crescimento da empresa no mercado doméstico são os setores da
agricultura e comida, automotivos, segurança e saúde. “Nosso
crescimento na Índia virá primeiramente em forma de recurso
humano. Nossa força aumentará dos atuais 700 para 3.000-4.000
empregados até 2010”, disse Kalsi. A adição do poder humano
habilitado estará principalmente nos segmentos de pesquisa e
desenvolvimento da aplicação do produto e habilidades de
propriedade intelectual.
Isto estará de
acordo com os planos globais da empresa de aumentar sua receita
anual para pelo menos $2 bilhões dos produtos que criam
capacidades de energia e reduções de emissão de gás, além de
dobrar sua receita anual de fontes não esgotáveis para pelo menos
$8 bilhões até 2015. A empresa também pretende apresentar pelo
menos 1.000 novos produtos ou serviços.
Como a maioria
das empresas no Ocidente, a fim de mudar sua base de manufatura, a
Du Pont também visa o Oriente, em direção à Ásia, onde não apenas
os mercados emergentes estão localizados, mas também onde tanto a
produção quanto a força humana oferecem vantagens de custo. Os
oficiais da Du Pont disseram que, para continuar a crescer mais de
20 por cento, a empresa teria que instalar mais recursos na Índia,
e acrescentou que, apesar disso, nenhum plano concreto foi feito
até o momento.
15. Tatas fica
chique, compra uma fatia da história de Boston
WASHINGTON:
Envolvido na história da hospitalidade por si só, o Tata Group
adicionou uma fatia do legado ocidental a suas crônicas, ao
adquirir a marca Ritz-Carlton em Boston, uma vez que ela é parte
da cadeia de hotéis que criou a palavra ‘ritzy’ para
simbolizar ‘bacana’ ou ‘chique’.
A Tata,
proprietária da Indian Hotels Co. Ltd., operadora do Taj Hotels,
Resorts and Palaces, confirmou na quinta-feira ter assinado um
contrato para adquirir o Ritz-Carlton Boston por $170 milhões. O
hotel de 79 anos será renomeado Taj Boston quando for fechado o
acordo com o atual proprietário Millennium Partners em janeiro.
Será o segundo
hotel do grupo nos Estados Unidos, seguido de sua compra do
igualmente chique The Pierre em Manhattan em Nova Iorque no ano
passado.
O Ritz Carlton
em Boston também é famoso por ser o primeiro hotel a oferecer
banheiras particulares nos quartos, uniformes para os funcionários
e flores frescas nas áreas comuns do hotel. Aberto em 1927 com uma
taxa de quarto de $15, seus hóspedes incluíram Winston Churchill e
JFK.
Chidanand Rajghatta, TOI, 11 de nov de 2006
Informativo, 16-11-2006
“O
Ritz-Carlton é um dos hotéis mais finos de New England e um
endereço de primeira classe em Boston”, disse em nota Raymond
Bickson, diretor administrativo e presidente da Indian Hotels Co.,
"Nós estamos
encantados em estender nossa presença nos Estados Unidos com este
renomado hotel. Sua rica herança, localização soberba e grande
arquitetura o fazem perfeito para Taj”.
Não que a
Tatas não tenha tudo isto quando se refere à hospitalidade e muito
mais. A marca do Grupo Taj Mumbai é ainda mais antiga do que o
Ritz Boston, tendo iniciado em 1903, após ter sido construído pelo
então valor de 4.03 crores (menos do que $ 1 milhão hoje).
Conta a lenda
que o Taj Hotel original foi construído voltado para o interior ao
invés de voltado ao porto, como uma forma de repreensão deliberada
à monarquia inglesa pelo nacionalista Jamshedji Tata.
Subsequentemente, o Gateway of India foi construído ao longo de
uma rodovia para celebrar a visita do Rei George V e da Rainha
Mary à Índia em 1911.
Consequentemente, César Ritz, o hoteleiro suíço que começou a
cadeia do Ritz Carlton em 1898, era conhecido na indústria
hoteleira como o “rei dos hoteleiros e hoteleiro para os reis”.
Porém, isso no
período em que a Índia virou suas costas à invasão estrangeira e
ressentimentos são história agora. Ao longo dos últimos anos, o
grupo Tata, entre outros, agiu rapidamente para adquirir ativos no
exterior e expandir. Além do The Pierre em Nova Iorque, a Taj
Hotels também comprou o Blue Sydney no Cais em Woolloomooloo, na
Austrália, para adicionar a sua propriedade de elegância 51, o
Buckingham Gate em Londres. O grupo agora possui em torno de 60
hotéis e resorts em todo o mundo, incluindo a África e o
Oriente Médio. O The Pierre também é parte da história de Nova
Iorque e da endinheirada Manhattan. Um complexo estilo georgiano
que abriu em 1930, era até recentemente local do apartamento mais
caro listado em Manhattan (parte da construção era um condomínio).
Um apartamento de 11.000 pés quadrados que ocupa o topo de três
andares do hotel foi avaliado em $70 milhões em 2003.
26 de outubro de 2006.