CONSULADO GERAL DA ÍNDIA
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Índice:

1. As exportações aumentam 23% no primeiro semestre, o aumento do óleo alavanca as importações........................................................................................................................1

2. Mapa de rede de farmácias Reliance Retail ................................................................. 2

3. 23 Empresas Indianas na lista de ‘melhores abaixo de um bilhão’ da Forbes Ásia..... 2

4. A Índia busca enfoque das Nações Unidas em migração global.................................. 3

5. M&M em conversações para compra de uma empresa alemã.................................... .4

6. O lucro da Ranbaxy no 3º. Trimestre cresce 651% à Rs 1.400.000.000………….......4

7. O fluxo FDI poderá exceder o influxo.......................................................................... 5

8. Interesse de expatriados em trabalhar no setor bancário da Índia.................................6

9. As fontes de influência de Software exigem uma mudança na educação.................... 7

10. Agora, a Índia investe na onda legal de terceirização    ............................................ 7

11. O que o FIR-Relatório de Inteligência financeira diz sobre a Índia........................... 8

12. A BBC terceiriza seus serviços para a Índia ...............................................................9

13. Onda de Contratação: A TI se especializa para recrutar 200.000................................9

14. A Cairn investe US$ 2.02 bilhões em Rajasthan........................................................ 9

15. O Banco ICICI tem o segundo maior lucro ao aumentar o crescimento de Empréstimos................................................................................................................... 10

16. A Leyland, Bosch emparelha-se com a  IIT-M........................................................ 13

18. Firmas Americanas despacham materiais para hospitais na Ásia............................ 14

1. As exportações aumentam 23% no primeiro semestre, o aumento do óleo alavanca as importações

TOI, 25 Outubro de 2006

NOVA DELHI: A Índia parece estar a caminho de alcançar o acelerado objetivo de exportação de $125 bilhões no ano financeiro corrente, com exportações de mercadorias aumentando 22,84% durante o primeiro semestre do ano fiscal, totalizando $59,32 bilhões.

Com as importações em constante oscilação, principalmente devido aos preços do petróleo bruto internacional estarem mais altos, a defasagem do comércio aumentou para $24,6 bilhões durante o primeiro semestre. Ainda assim, o governo anunciou que não há motivo para preocupação, com as reservas cambiais atingindo o confortável valor de $165 bilhões.

Os dados provisórios de comércio liberados pelo departamento de comércio na terça-feira apresentaram um aumento de 36,83% nos títulos de importação de óleo do governo, totalizando $28.66 bilhões durante o período de Abril-Setembro de 2006, comparados aos $20.95 bilhões durante o mesmo período do ano anterior.

Por outro lado, as importações de não-petróleo, durante os seis meses, foram estimadas com um aumento de 11%, totalizando $55,26 bilhões em comparação aos $49,79 bilhões durante o período de Abril-Setembro de 2005. De modo cumulativo, as importações da Índia foram estimadas com um aumento aproximado de 19% durante o primeiro semestre, totalizando $83,93 bilhões.

Ainda assim, houve pequenos sinais de perda de energia de exportação com os carregamentos da Índia à frente da época dos festivais nos mercados ocidentais, aumentando 21,89% em Setembro, totalizando $10.3 bilhões. As importações durante o mês foram de mais de 24,74%, mas o aumento foi dividido uniformemente entre petróleo e não petróleo.

As importações de não petróleo aumentando 24,28%, totalizando $848 bilhões em Setembro de 2006, apontaram um aquecimento na economia, enquanto os fabricantes buscavam matérias primas para atender a demanda doméstica e internacional, segundo oficiais do comércio.


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O governo se mostrou otimista com a melhora do desempenho do comércio da Índia. "O crescimento de duplo dígito demonstra que as exportações da Índia estão em uma trajetória de crescimento e que o objetivo intensificado de exportação de $125 bilhões para 2006-07 será definitivamente alcançado", disse o ministro de comércio Kamal Nath.

2. Mapa da rede de farmácias da Reliance Retail

The Economic Times: 20 de outubro de 2006

Nova Delhi: Eis uma outra grande dose de varejo da Reliance. A receita de varejo da empresa para o país inclui a instituição de uma rede de 4.000 farmácias em toda a Índia ao longo dos próximos 3-4 anos, começando em Janeiro de 2007.

A Reliance Retail, iniciativa de varejo das Indústrias Reliance, planeja estabelecer esta rede de farmácias com uma grande presença rural, para fornecer uma gama de serviços médicos, inclusive exames de sangue, seguro saúde, consulta referente à saúde e veterinária, além de vender medicamentos pelas vilas e cidades, segundo foi relatado por fontes.

Quando contatados, os executivos da Reliance Retail negaram se a comentar. Para seu empreendimento de farmácia varejista, a empresa já começou a convocar patologistas, médicos e gerentes iniciais, acrescentaram as fontes.

Algumas destas farmácias Reliance estarão localizadas em centros de negócios rurais que a empresa planeja instalar ao longo do país para armazenagem, transporte e processo de produção agrícola. A maioria será instalada próxima às lojas Reliance. Sabe-se que o empreendimento de farmácia varejista será compatível com a Reliance Life Sciences, pois as amostras de sangue coletadas serão encaminhadas aos centros Life Sciences para serem exame.

Há atualmente de 25-30 centros Reliance Life Sciences por todo país. Haverá também consultas gratuitas com médicos em casos como partos. As farmácias também fornecerão serviços como vacinação.

Não é apenas o Mukesh Ambani que tem planos para o setor de saúde. O grupo Reliance Anil Dhirubhai Ambani está munido de planos para instalar uma cadeia de hospitais e farmácias em toda a Índia. A empresa está tratando com a All India Organization of Chemists and Druggists para este empreendimento de farmácia varejista. O diretor executivo da Former Medicine Shoppe, Rajendra Gupta, lidera o empreendimento de assitência a saúde para o ADA Group.

3. 23 Empresas Indianas na lista de ‘melhores abaixo de um bilhão’ da Forbes Ásia

The Hindu Business Line: 20 de Outubro de 2006

Chennai: Há 23 empresas indianas que fazem parte da lista da Forbes Ásia de 2006 das 200 empresas cotadas na região com vendas abaixo de US$ 1 bilhão.

A lista inclui Asian Paints, Bharat Forge, Cipla, Carborundum Universal, Dabur India, Pantaloon

Retail e Punjab Tractors.

Os critérios para fazer parte da lista incluíram não apenas vendas inferiores a $1 bilhão, mas também “ganhos sólidos, linha de lucro final e potencial para sucesso adicional”, segundo uma nota de informação à imprensa da Forbes.

Taiwan teve a maior inclusão, com 31, ao passo que a China teve 29 empresas de pequeno e médio porte, a Austrália teve 27 e a Cingapura teve 19 empresas incluídas na lista.

A lista possui uma forte representação do setor de negócios de manufatura que fornece material básico para produto manufaturado e para as fábricas, casas e escritórios.  


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`Estranho e Maravilhoso'

Há também algumas empresas "estranhas e maravilhosas" na lista, segundo uma nota de informação à imprensa. Há uma empresa de Taiwan que faz papa-níqueis que falam Chinês, a Want Want Holdings, uma fábrica de petiscos de Cingapura que vende biscoito de arroz e bala de goma e as lojas de medicamentos Tong Ren Tang, da China, que preparam medicamentos com as peles das cigarras e com as jujubas desde 1669.

A lista das Melhores Abaixo de Um Bilhão de 2006 aparece na edição de 30 de outubro da Forbes Ásia.

4. A Índia busca enfoque das Nações Unidas em migração global

TOI, 20 de outubro de 2006

NAÇÕES UNIDAS: A Índia quer que as Nações Unidas foquem na promoção de um trabalho de equipe entre as nações para maximizar os benefícios da migração internacional, ao mesmo tempo em que reduz seus efeitos negativos.

"No contexto da globalização, é necessário reconhecer que a migração internacional é inevitável", disse o representante indiano Anil Basu, em um comitê de debate da Assembléia Geral das Nações Unidas acerca da “Globalização e Interdependência” na quinta-feira.

O aumento da demanda de especialistas em países desenvolvidos pode ser igualado à disponibilidade nos países em desenvolvimento, ele observou. Os países desenvolvidos, entretanto, também precisam estar mais receptivos à melhoria no acesso de mercado, ele acrescentou.

"Esta pode ser uma situação de ganho para ambas as partes", disse Basu, mencionando os Prospectos Econômicos Globais do Banco Mundial de 2006, que observam que um crescimento na migração dos países em desenvolvimento aumenta a renda dos nativos dos países de alta renda. 

O representante indiano também solicitou que a comunidade internacional integre regimes de direito de propriedade intelectual nas dimensões do desenvolvimento e que encontre meios pragmáticos para promover a pesquisa e o desenvolvimento em países em desenvolvimento.

Como tais regimes são geralmente utilizados como ferramenta para restringir, controlar e negar as tecnologias, ao invés de facilitar sua transferência para os países em desenvolvimento, Basu disse que era imperativo que as dimensões do desenvolvimento fossem integradas a tais regimes o mais rápido possível.

Enquanto a revolução nas tecnologias de informação e de comunicação oferecerem as ferramentas para encarar os desafios da globalização, ele disse, “É irônico que o encolhimento do mundo, como um resultado da tecnologia e das comunicações, tenha que ser acompanhado pela evolução de controles que restringem o movimento dos povos do mundo em desenvolvimento”.

O espírito da globalização está rapidamente remodelando o mundo hoje, mas seus benefícios e custos são divididos e distribuídos igualmente, disse Basu. A intensificação dos desequilíbrios globais continua a apresentar um risco maior ao crescimento e à estabilidade, ele acrescentou.

Presos entre os direitos de propriedade intelectual e as normas de comércio, bem como às condições impostas pelo Banco Mundial e o FMI, os países em desenvolvimento, cada vez mais, encontram um desgaste da autonomia política necessária e das flexibilidades para desenvolverem suas próprias políticas e estratégias para alcançarem o desenvolvimento e crescimento econômico sustentado.

 

"É de incumbência da comunidade internacional como um todo, considerar a questão de um equilíbrio apropriado entre o espaço da política nacional e as disciplinas e compromissos internacionais quando decidir coletivamente sobre disciplinas e compromissos futuros, bem como sobre a implementação e a interpretação dos já existentes”, disse Basu.

Demonstrando uma preocupação acerca do impasse atual no círculo de negociações de comércio de Doha, o representante indiano reforçou a importância de tratar de assuntos sistêmicos e sugeriu amplas reformas na arquitetura financeira internacional com prazo determinado.

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"Um poder de barganha desigual leva a regimes injustos. A comunidade internacional deve encontrar meios de limitar os círculos de exclusão. Uma globalização justa requer anseios políticos que podem ser manifestados externamente pelas Nações Unidas”, disse Basu.

Percebendo um desgaste no papel das Nações Unidas em fornecer orientação de como dirigir a agenda econômica internacional, ele disse que um regime imparcial e baseado em regras deverá ser desenvolvido para gerenciar o comércio global, os fluxos de investimento, a transferência de tecnologia e o movimento de serviços.

As determinantes do desenvolvimento estão rapidamente se deslocando por diversas vias, da agricultura à manufatura, da manufatura aos serviços, dos recursos de capital aos recursos de conhecimento, observou Basu.

Em situações em que o acesso aos recursos cruciais está severamente restrito pelas leis e regimes internacionais, o desafio face ao desenvolvimento mundial é de explorar completamente o enorme potencial produtivo dos recursos de conhecimento de não materiais, ele acrescentou.

5. M&M em conversações para compra de uma empresa alemã

Byas Anand

TOI, 25 de outubro de 2006

NOVA DELHI: A vontade da India Inc de negociar fora do país parece estar crescendo dia-a-dia. A empresa de veículo utilitário da Índia, Mahindra & Mahindra (M&M), planeja acrescentar uma outra empresa alemã, a Schoeneweiss & Co, a sua já próspera agência de carro, como parte da tentativa de aumentar sua cobertura de auto componentes pelo do mundo. 

Embora funcionários da empresa recusem comentar o assunto, fontes seguras disseram que a M&M está em comunicações avançadas para comprar a firma e um acordo é esperado em breve. Fontes também afirmaram que o acordo será cotado em aproximadamente $150-200 milhões.

"Nós não discutiríamos nossas estratégias M&A... Tudo o que posso dizer é que nós continuamos a visar oportunidades em todo o mundo, mas nosso foco agora seriam os países de custos baixos”, disse o presidente da Mahindra Systems  e da

Automotive Technologies, Hemant Luthra, que está conduzindo a estratégia de fusão e de aquisição da M&M.

"Mas, se algum acordo surgir com um preço absurdo, porque não?”, acrescentou Luthra. A Schoeneweiss é a maior fornecedora para lidar com fabricantes de veículo comercial como a DaimlerChrysler, a MAN, a Scania e a Volvo.

Além disso, seu banco de clientes inclui fabricantes de carro mundiais como a Audi, a BMW, a DaimlerChrysler, a Volvo, a  Bentley, a Skoda e a Volkswagen. A aquisição, segundo fontes, incluirá o banco de clientes da M&M, além de dar acessos aos mais novos mercados e tecnologias.

Isto chegou ao ponto da M&M comprar 67.9% de participação em uma outra refinaria alemã, a Jeco Holding, com um valor de empreendimento de cerca de Rs 8.300.000.000. Esta foi a mais recente em uma série de aquisições de refinarias pela M&M.

Além disso, disse que a firma visa algumas aquisições no Mercado doméstico como parte de planos para aumentar seus negócios de auto componentes para uma unidade de $ 1 bilhão até o ano de 2010.

6. O lucro da Ranbaxy no 3º. Trimestre cresce 651% à Rs 1.400.000.000

TOI, 20 de outubro de 2006

NOVA DELHI: Os Laboratórios Ranbaxy divulgaram um salto imenso de 651% no lucro líquido, totalizando Rs 1.404.000.000 para o primeiro trimestre que finalizou em 30 de setembro, além de um aumento robusto em todos seus mercados-chave e

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manutenção de medidas de contenção de custo. A empresa registrou um lucro líquido de Rs 18.7 crore no correspondente semestre do último ano fiscal.

As vendas consolidadas durante o semestre aumentaram em 26%, num total de Rs 1.640,4 crore contra os Rs 1.303,9 crore do período do ano anterior, segundo declaração da empresa.

Ao comentar dos resultados, o Presidente e diretor administrativo da Ranbaxy, Malvinder Mohan Singh, disse: “Isto pode ser atribuído às amplas medidas de desenvolvimento que estão sendo tomadas em alguns locais-chave, tais como, os EUA, a Romênia, a Índia e o Japão e às eficiências obtidas através das medidas de contenção de custo mantidas”.

Durante o semestre, a empresa preencheu nove ‘Aplicações de Nova Droga Resumidas’ (“ANDA”) nos EUA, com três aprovações.

7. O fluxo FDI poderá exceder o influxo

TOI 24 de outubro de 2006

NOVA DELHI: Uma quantidade de aquisições estrangeiras feitas pela India Inc, especialmente a mais recente da  Corus Group pela maior corporação da Índia, a House Tatas, de mais de 8 bilhões de dólares,  pode resultar em  fluxos FDI   excedendo as entradas este ano.

A aceleração na atividade de investimento fora do país pelas firmas indianas tem aquecido os fluxos FDI que têm excedido os influxos totais de países estrangeiros este ano. As aquisições estrangeiras por um pequeno número de empresas domésticas este ano, sozinhas, corresponderam a mais de 10 bilhões de dólares.

Um relatório da Crisil Centre for Economic Research diz que a fase de aumento dos investimentos indianos estrangeiros reflete nos imperativos de operar em um local de mercado globalizado. As firmas indianas são agora conduzidas pela necessidade de achar o misto de recurso mais barato e estabelecer operações onde estes recursos estiverem disponíveis.

As aquisições por parte das firmas domésticas no estrangeiro são parte de uma estratégia para estabelecer a Marca Índia em todo o mundo e não estão limitadas a poucos setores, mas distribuídas ao longo de um vasto conjunto de indústrias que variam de farmacêuticas, de telecomunicações, automotivas e afins incluindo “TI”.

O recente anúncio da Tata Steel de resgatar a anglo-holandesa Corus, maior siderúgica, por 8,04 bilhões de dólares e o plano da maior firma de eletrônicos Videocon de adquirir a Daewoo Electronics da Coréia do Sul por 700 milhões de dólares, destaca o aumento da posição global segura da Índia.

O Tata Group foi o pioneiro em outras aquisições globais, como a aquisição da Energy Brands Inc americana pela Tata Tea por 677 milhões de dólares, a aquisição do controle da Natsteel de Cingapura pela Tata Steel por 486 milhões de dólares e a aquisição do controle da Eight O'Clock Coffee pela Tata Coffee por 220 milhões de dólares este ano.

A firma farmacêutica da Romênia, a Terapia, também adquiriu a Ranbaxy por 324 milhões de dólares este ano.  A Globalização que expôs os mercados da Índia às costas estrangeiras tinha levado as empresas domésticas a transcender barreiras geográficas e achar uma posição segura nos mercados desenvolvidos. As mudanças no ambiente regulador internacional, principalmente os aumentos nos regimes dos direitos de propriedade intelectual (“IPR”), também têm sido condutoras importantes para que as Incorporações Indianas façam incursão no estrangeiro, afirmou o relatório da Crisil “Criando a Corporação Multinacional da Índia”.

A aceleração nos investimentos de longo prazo da Índia não tem sido um esforço repentino, mas o auge da tendência de longa data da criação da Corporação Multinacional indiana, que tem acumulado força ao longo dos últimos anos.  

A diversificação geográfica destes investimentos também tem sido variada, e estende-se aos EUA, Europa, África, China, bem como aos países da Comunidade dos Estados Independentes.

Entretanto, conforme dados disponíveis do Departamento de Promoção e Política Industrial, os influxos FDI dobraram durante Janeiro- Julho de 2006, chegando a  4.74 bilhões de dólares, comparados ao mesmo período de 2005.  

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Os fluxos FDI também estão em ascensão e estão determinados a ultrapassar os influxos até o fim do ano.

O aumento nos fluxos do país ganhou ímpeto baseado no favorável papel representado pelo governo, particularmente pelo Reserve Bank of India (‘RBI’), que está em concordância com sua estratégia de ‘internacionalização’ do setor corporativo da Índia, segundo relata o relatório da Crisil.

Como as reservas de câmbio exterior se acumularam, (as reservas de câmbio exterior se mantém em mais de 165,33 bilhões de dólares desde agosto de 2006), o ‘RBI’ relaxou progressivamente os controles dos investimentos fora do país, facilitando a aquisição ou investimento das empresas indianas no exterior.

Uma porção de emendas nas diretrizes do ‘RBI’ aumentaram efetivamente os limites de investimento permitidos e modernizaram os processos.  

Porém, além das muito comentadas compras e aquisições de controle de empresas, as joint ventures com empresas estrangeiras e os investimentos estratégicos também estiveram em ascensão e contribuíram para o aumento de investimentos fora do país.

8. Interesse de expatriados em trabalhar no setor bancário da Índia

Anita Bhoir

TOI, 21 de outubro de 2006

MUMBAI: O setor bancário indiano está se tornando um ótimo destino para os expatriados. O setor privado, o Banco ICICI e bancos estrangeiros como Citibank, Standard Chartered Bank, ABN Amro Bank, entre outros, testemunham esta nova tendência.

Os headhunters (descobridores de talento) dizem que os expatriados dos países do sudeste da Ásia estão muito interessados em trabalhar para as empresas de serviços financeiros, principalmente os bancos. Eles preferem trabalhar em banco de investimento, banco de varejo e integrado, incorporações, mercados globais e no setor micro-financeiro.

“Temos cidadãos estrangeiros trabalhando no ICICI Bank, em banco integrado, em banco de investimento e na área micro-financeira. Eles são do Japão e dos Estados Unidos. Esta é uma tendência emergente em que os expatriados estão desejando trabalhar na Índia com salários indianos. Isto se dá na maior parte por causa da escala que os mercados indianos oferecem hoje”, disse Chanda Kochhar, representante da diretora administrativa, em um seminário bancário.

A diminuição da diferença salarial entre a Índia e o mundo desenvolvido também tem feito com que a Índia seja um destino atrativo para quem procura emprego.

Os cidadãos estrangeiros estão agora mais receptivos em aceitar compromissos na Índia. A diferença entre a estrutura de compensação oferecida pela Índia e por outros países tem caído substancialmente ao longo dos dois últimos anos.

“Hoje, o salário de um executivo e de um funcionário de nível médio na Índia é comparável ao oferecido em Cingapura”, disse Nita Law, chefe regional de RH na Índia e no Sul da Ásia do Standard Chartered Bank.

Raj Katra, vice-presidente sênior e chefe de recursos humanos do ABN Amro Bank diz que:  "Os salários na Índia estão se alinhando cada vez mais àqueles dos mercados desenvolvidos, enquanto que o custo de vida está ficando significantemente mais baixo, dando ao expatriado um maior estímulo ao seu dinheiro, literalmente falando.

A economia Indiana é considerada como uma imensa oportunidade de crescimento profissional, considerando o aumento no desenvolvimento da Índia como uma peça-chave global e um mercado imenso, fazendo com que a Índia seja um ótimo destino profissional. Os expatriados passam entre dois a cinco anos na Índia."

"Há escassez de talento na Índia, principalmente na área de serviços financeiros. As instituições que abrem um novo negócio preferem os expatriados. Os expatriados também vêem a escassez de talentos na Índia como uma extensão adicional para suas carreiras", disse Anindita Banerjee, consultora chefe da Stanton Chase.


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"Por um determinado período, a estrutura de compensação na Índia também se ajustou a acomodar estes expatriados", acrescentou Banerjee.

9. As fontes de influência de Software exigem uma mudança na educação

TOI, 20 de outubro de 2006

BANGALORE: As fontes de influência de software exigiram uma mudança nos sistemas educacionais de maneira que os estudantes sejam graduados em diferentes períodos do ano, diferentemente de agora em que quase todos são graduados no período de Maio-julho.

Com seus níveis de contratação atingindo proporções gigantescas, as firmas de TI estão começando a enfrentar o problema de ter que fazer a maioria de sua contratação no primeiro semestre do ano fiscal e concentrar seus recursos de treinamento nesse período.

As firmas nos EUA, por exemplo, são consideradas as melhores para lidar com as necessidades de contratação, pois os estudantes se formam em dois turnos diferentes. 

TV Mohandas Pai, chefe de RH da Infosys diz que: “Nós temos exemplos de contratação conturbados nos primeiros seis meses, pois muitos estudantes se formam neste período. No terceiro trimestre, é tipicamente o pessoal sênior que é então procurado. Consequentemente vem o ponto crítico, pois o mercado se torna enxuto no quarto trimestre”.

Pratik Kumar, vice-presidente executivo de RH da Wipro diz que: “Dois turnos de graduação todo ano, nos ajudaria a contratar em fases. Eu espero que as faculdades pensem nestes termos”.

Já há indícios de que as três grandes empresas de TI indianas, a TCS, a Wipro e a Infosys, contratarão mais do que os seus objetivos traçados neste ano.

Sudin Apte, analista sênior da Forrester Research diz que: “Eles precisam construir a equipe de entrega para garantir que eles estejam a caminho. Nossa pesquisa mostra que as três firmas principais precisam ir a 200 faculdades de engenharia para fazer seu recrutamento. O processo se torna muito longo”.

10. Agora, a Índia investe na onda legal de terceirização

TIMES NEWS NETWORK

PUNE: Mundialmente, espera-se que o custo de serviços legais ultrapasse $250 bilhões. Isto tem gerado uma gama de terceirização de serviços legais.  

Isto reduz o custo em torno de 75%. Além disso, a oportunidade de negócio está vindo de todas as partes do mundo.  Satish Kishinchandani, sócio da DSK Legal, disse que sua empresa tem o objetivo de terceirizar toda a parte legal. Referindo-se ao diferencial de custo, ele disse que um advogado em Londres cobra de e300-350 por hora, enquanto que os custos na Índia seriam de um terço deste valor. Os encargos diminuirão de acordo com o aumento do volume, disse ele.

A LPO, fundada há um mês atrás, está trabalhando com uma única equipe de 20 advogados, mas espera trabalhar com três até março, quando poderá ter 100 advogados.

Seu livro de pedidos de Rs 10 milhões inclui redigir contratos para uma Corporação Multinacional, auditoria legal para uma consultoria de investimento e correção monetária legal para empresas de publicação. 

Suhas Tuljapurkar, presidente da Legasis, acrescentou que eles têm identificado consultores de mercado em Londres

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e nos EUA. Uma parte considerável do negócio de Terceirização do Processo Legal (‘LPO’) é patente, uma vez que o arquivamento da aplicação de patente nos EUA custa entre $ 10,000-12,000. Se fosse terceirizada, custaria $2,500.

A Nasscom projetou o negócio de Terceirização do Processo Legal na Índia como valendo $3-4 bilhões com a Assocham estimando a participação da Índia em 3-4%.

Entretanto, ainda há um desacordo entre o talento disponível e a solicitação do mercado. A Índia possui uma classe a ser graduada anual de 75.000 advogados, enquanto que se espera que a necessidade do mercado atual ultrapasse 79.000 advogados.

Como o setor de terceirização está em alta, esta diferença irá aumentar, disse o Sr. Kishinchandani.

11. O que o FIR-Relatório de Inteligência Financeira diz sobre a Índia

(Uma Mensagem Especial de Christopher Ruddy, Editor, NewsMax.com

7 Motivos para que a Índia Seja a “Must-Own” Parte de Seu Portifólio

Eis os 7 motivos do porque a Índia deverá encontrar seu caminho no seu portifólio. Quanto mais rápido, melhor!

1. Um Súbito Crescimento da Economia: O crescimento da economia está estimado em 8,1% em 2006.

2. A Produção Industrial está Muito Alta: As estimativas do Índice de Produção Industrial em janeiro cresceram para 273,3; um crescimento de 8,3%, comparado à janeiro de 2005.

3. Investimentos Estrangeiros estão Subindo Rapidamente: Investidores mundiais estão migrando para a Índia, com fluxos de investimentos diretos atingindo uma alta de $647.7 milhões em 2006, comparados aos $152 milhões do ano anterior.

4. A Bolsa de Valores está Subindo: O melhor indicador de desempenho da Índia, o Sensex índice de ações, ultrapassou a barreira de 11.000, atingindo uma alta recorde em 21 de março de 2006. Enquanto o desempenho passado não é sempre o melhor indicador, ele mostra que os mais recentes investimentos na Índia estão pagando retornos que ultrapassam o México, o Brasil e o Kuwait aos investidores.

5. A Inflação está em Queda: A Inflação, conforme medida pelo Índice de Preço de Atacado, caiu para 4,1% a partir de 4 de fevereiro de 2006, comparado a 5% em Fevereiro de 2005.  

6. Fala-se Inglês: A maioria das pessoas na Índia fala Inglês, o que dá uma tremenda vantagem em relação à Índia e outros países de economia emergente da Ásia.

7. Força de Trabalho Bem Instruída: A Índia agora forma mais de 3 milhões de alunos nas faculdades – um número que deverá dobrar até 2010. 

Todas estas vantagens, mais o fato de que vários empregados indianos aceitarão um décimo dos salários pagos aos trabalhadores dos EUA, explicam o motivo de empresas gigantes como a GE, Intel, Texas Instruments, IBM, Electronic Data Systems, Microsoft, Cummins e PeopleSoft estarem terceirizando suporte técnico, programação, design e outros serviços de alta tecnologia para a Índia.

Nosso contato interno no Swiss Bank também observou que a Índia, adere cada vez mais aos padrões contábeis Ocidentais, enquanto que os métodos contábeis da China são notoriamente incertos. 

Nós acreditamos que a Índia oferece aos investidores prospectos a longo prazo melhores do que a China. Para uma lista completa de nossos melhores fundos, ações e Recibos de Depósito Americanos para comprar agora, segue-se este link.


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12. A BBC terceiriza seus serviços para a Índia

TOI, 22 de outubro de 2006.

LONDRES: A British Broadcasting Corporation está terceirizando alguns dos seus serviços contábeis e financeiros para a Índia com o objetivo de economizar 20 milhões de libras por ano para a próxima década.

"A BBC está tirando vantagem das economias da globalização, enquanto mantém os benefícios de maior suporte ao cliente local”, disse a Corporação no domingo.

O contrato, que inclui o gerenciamento da folha de pagamento e administração financeira, foi obtido pela Xansa.

A Xansa irá fornecer serviços de suporte ao cliente do Reino Unido, mas outros papéis serão executados em seus escritórios em Chennai.

A economia irá de encontro com o objetivo da BBC de liberar 335 milhões de libras para serem investidas em programas e serviços.

O contrato foi previamente mantido por outra organização privada, a Medas.

13. Onda de Contratação: A TI se especializa para recrutar 200.000

22 de outubro de 2006

NOVA DELHI: Não há pausa na onda de contratação das maiores empresas domésticas de software, com mais de 27.500 profissionais TI se integrando às cinco maiores firmas durante os três últimos meses, ao passo que o momento é de prosperidade.  

Os cinco melhores times de TI do país, a TCS, a Infosys, a Wipro, a Satyam Computer e a HCLTechnologies adicionaram um total de 27.583 empregados a suas folhas de pagamento no trimestre de Julho-setembro.  

O momento de grande contratação, praticamente acabou com as preocupações de que os salários elevados ‘devorariam’ a lucratividade da empresa, uma vez que todas as cinco empresas anunciaram resultados financeiros impressionantes para o trimestre que terminou em 30 de setembro, sentiram os especialistas.  

A força de trabalho coletivo das quatro melhores empresas de TI, a TCS, a Infosys, a Wipro e a Satyam Computer no final do período era de 2.37.016.

A segunda maior exportadora de software do país, a Infosys, integrou 7741 funcionários durante o trimestre de junho, enquanto que a líder TCS anunciou uma integração em rede de 6663 funcionários no mesmo período.   

Antes disso, a Infosys anunciou que tem planos de contratar 25.000 empregados este ano, enquanto a TCS anunciou que aumentará seu número de funcionários para 30.500 pessoas.

Outra gigante de software, a Wipro, recrutou 5328 empregados durante o período de Julho-setembro deste ano, totalizando 61.179 empregados.

14. A Cairn investe US$ 2.02 bilhões em Rajasthan

Business Standard: 23 de outubro de 2006

Nova Delhi: A Cairn India, subsidiária da firma escocesa Cairn Energy,  planeja investir mais de Rs 9140 crore em seu prolífico Rajasthan, local de maior descobrimento de petróleo terrestre em mais de duas décadas.

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A Cairn planeja investir sozinha Rs 6900 crore no gigante campo Mangala, ao longo do tempo de vida do campo que vai até 2014, de acordo com o 'draft red herring prospectus’ (‘DRHP’) que foi preenchido pela empresa para uma oferta pública inicial (‘IPO’) em dezembro.

O Mangala é a maior das 18 descobertas que a empresa fez no Rajasthan, onde a empresa estima uma reserva de 3,6 bilhões de barris.  

"Nós esperamos que um maior dispêndio de capital seja necessário para maximizar o potencial total do campo Mangala até 2041 e o custo de capital bruto total durante a vida-útil do campo está estimado em Rs 6900 crore ($1.5 bilhão), dos quais Rs 2400 crore ($51 milhões) foram incorridos antes de 1º. de julho de 2006”, disse o ‘DRHP’.

Além disso, a Cairn estimou que o dispêndio de capital necessário para explorar o campo Bhagyam é de Rs 1290 crore ($280 milhões); e, para explorar o campo Aishwariya são necessários Rs 1060 crore ($230 milhões); e Rs 200 crore ($45 milhões) para explorar os campos de petróleo Raageshwari e Saraswati.

Do dispêndio de capital total necessário para a exploração destes campos, Rs 69.1 crore ($15 milhões) brutos foram incorridos antes de 1º. de  julho de 2006.

15. O Banco ICICI Tem o Segundo Maior Lucro ao Elevar o Crescimento de Empréstimos

Por Sumit Sharma

24 de outubro (Bloomberg) – O ICICI Bank Ltd., o maior banco da Índia no valor de mercado, anunciou seu segundo maior lucro que bate as estimativas dos analistas e acelera o crescimento da economia. Isto estimulou os clientes a tomarem empréstimos imobiliários e de autos.

O lucro líquido aumentou para 7,55 bilhões de rúpias ($166 milhões) no trimestre que terminou em 30 de setembro, comparados a  5,8 bilhões de rúpias do ano anterior, disse o banco sediado em Mumbai hoje. Os números batem as estimativas dos analistas de lucro de 6,97 bilhões de rúpias.  

O Presidente do ICICI Bank, K.V. Kamath, prevê que as empresas indianas irão mais do que dobrar suas necessidades de capital para $175 bilhões em três anos. Os fundos controlados pelo governo de Cingapura tentam aumentar sua parte no ICICI, o melhor indicador de desempenho da Índia no trimestre.

“Os clientes estão tomando empréstimos de uma forma que eles nunca fizeram antes”, disse Jon Thorn que gerencia $250 milhões de ativos no India Capital Fund Ltd, em Hong Kong. “Os bancos foram liberados e estão aptos a fazer o tipo de empréstimo que eles não poderiam fazer três ou quatro anos atrás.”

Os empréstimos bancários indianos estão crescendo anualmente mais de 30 por cento, ao mesmo tempo em que a economia vai a todo vapor atrás da China e fica entre as 20 maiores economias do mundo. O Primeiro Ministro Manmohan Singh espera que o crescimento econômico exceda 8 por cento pelo quarto ano consecutivo, sendo o mais longo período desde a independência da Grã Bretanha em 1947.

As Ações Sobem

O ICICI anunciou um recorde de lucro de 7,9 bilhões de rúpias nos três meses que terminaram em 31 de março. As ações da financiadora ganharam 43 por cento no trimestre que terminou em 30 de setembro, o melhor no índice indicador de desempenho Sensex.

Os investidores estrangeiros adquiriram 73 por cento do banco, uma porcentagem pequena do limite de propriedade estrangeira, elevando seu valor de mercado para $14 bilhões.

O ICICI está procurando ganhar clientes antes que as financiadoras HSBC Holdings Plc e Citigroup Inc. abram mais filiais para penetrar na vasta população de 1,1 bilhões da Índia.

A Presidente do HSBC India, Naina Lal Kidwai, espera 50 por cento de crescimento de lucro na Índia, assim como a financiadora sediada em Londres aumenta os empréstimos a pessoas físicas e pequenos negócios.

A firma de hipotecas Indiana da qual o Citigroup sediado em Nova Iorque faz parte, a Housing Development Finance Corp, anunciou em 19 de outubro que o lucro no segundo trimestre bateu 23 por cento.


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Comprando Casas, Veículos

A classe média da Índia, estimada pela firma de consultoria sediada em Nova Iorque McKinsey & Co, como sendo de 216 milhões de pessoas, está mudando sua tradicional aversão a dever para comprar casas, veículos e eletrônicos.  

Os custos mais altos de retirada de empréstimo não têm detido o crescimento de crédito, assim como o aumento de renda ajuda as pessoas a pagar os empréstimos.

O ICICI teve 31 por cento das hipotecas indianas, fez 40 por cento de empréstimos para compra de veículos e 36 por cento de empréstimos para aquisição de lambretas e motocicletas a partir de 31 de março.

O aumento de empréstimos está alavancando as vendas da Tata Motors Ltd, a maior fabricante de caminhões da Índia e da Maruti Udyog Ltd, que vende metade dos carros no país. A Tata provavelmente anunciará um aumento de 36 por cento nas vendas no trimestre, enquanto que as vendas da Murati aumentaram 12 por cento, de acordo com a pesquisa Bloomberg.

Ainda assim, os bancos podem estar em grande risco, já que o aumento de empréstimos incentiva maiores preços de mercadorias e propriedades, de acordo com a Fitch Ratings. A Fitch pode mover a Índia para uma categoria de risco mais alto, no que se refere ao crescimento de empréstimo que não pára. Isto pode levar a um “risco sistêmico”, disse David Marshall, diretor administrativo da Fitch Ratings, mês passado, em Mumbai.

A Índia, a Áustria, a República Tcheca, a Eslováquia e a Eslovênia foram movidas pela Fitch para a categoria de “risco moderado”, estando o mês passado em “baixo risco”.

Taxas Crescentes

O Reserve Bank of India está prestes a liberar sua próxima declaração de política monetária em 31 de outubro. O banco central da Índia aumentou a sua marca de referência de taxa de juro três vezes este ano para uma alta de quatro anos de 6 por cento para verificar a inflação.

A taxa de inflação da Índia acelerou para 5,16 por cento, a mais rápida nos três meses, na semana que terminou em 30 de setembro. O mais próximo da previsão do governo que foi de 5 por cento e 5,5 por cento.

O rendimento dos títulos de dívida do governo de 10 anos foi negociado a 7,66 por cento ontem em Mumbai, comparados a 10,80 por cento em janeiro de 2001, apresentando queda de 29 por cento.

Os títulos de dívida de 10 anos caíram tanto quanto os 4,95 por cento de outubro de 2003, de acordo com os dados compilados pela Bloomberg.

As pessoas que compraram casa e pegaram empréstimos a mais do que 13,5 por cento em 2000, pagam hoje cerca de 9,25 por cento, disse o diretor administrativo da Housing Development Finance , semana passada.

“O Reserve Bank of India quer fazer com que o crescimento de crédito caia para 20 por cento, mas os empréstimos ruins, na maioria dos bancos indianos, têm caído e eles têm capital adequado”, disse o India Capital Fund's Thorn.

“Não há muito risco, desde que os bancos administrem seu gerenciamento de crédito.”

O ICICI cresceu $400 milhões este mês vendendo títulos de dívida de cinco anos (um terço a mais do que seu objetivo) para financiar filiais e o aumento de empréstimo no estrangeiro.  A financiadora aumentou $340 milhões ao vender títulos de dívidas a investidores estrangeiros em agosto.

O diretor administrativo da Government of Singapore Investment , Ng Kok Song, disse em 31 de agosto que o ‘GIC’, que administra as reservas estrangeiras da cidade, tentarão aumentar sua parte no ICICI.

O banco central limitou o ‘GIC’ e a ‘Temasek Holdings Pte’ a aumentar suas participações para 10 por cento cada, pois tratava as companhias estatais de Cingapura como uma corporação única.  A Temasek tinha 7,4 por cento de participação e a ‘GIC’ possuía 2,3 por cento a partir de 29 de julho.

 

17. A Leyland, Bosch emparelha-se com a IIT-M

Business Standard: outubro 24, 2006

Chennai: A grande empresa de veículos comerciais, a Ashok Leyland e Bosch, fornecedora mundial de componentes para autos, assinou um Memorando de Entendimento com o Instituto de Tecnologia Indiano, o Madras (‘IIT-M’), para instalar um Centro de Excelência em Projeto de Engenharia da Ashok Leyland e Bosch no campus do IIT-M.

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O Memorando de Entendimento foi assinado na Índia por R Seshasayee, diretor administrativo da Ashok Leyland, por M S Ananth, diretor do IIT-M e por Albert Hieronimus, diretor administrativo da Motor Industries Company Ltd, a principal empresa do grupo alemão Bosh.

De acordo com o contrato, Ashok Leyland e Bosch contribuirão com cerca de Rs 4 crore cada para o programa de projeto de engenharia oferecido pelo departamento de projeto de engenharia, formado recentemente pelo IIT-M, conforme anunciado.

O programa de projeto de engenharia do IIT-M é um programa de dois níveis,  BTech em projeto de engenharia e MTech com especialização em engenharia automotiva. O departamento oferecerá programas ‘MS’ e ‘PhD’ em janeiro de 2007.  

Os engenheiros da Ashok Leyland e Bosch serão treinados pelo IIT-M e os candidatos que satisfizerem as normas de admissão serão admitidos nos programas ‘MS’ e ‘PhD’. O propósito principal é impulsionar as atividades de pesquisa e desenvolvimento nas duas empresas.  

Os 55.000 pés quadrados do Centro de Excelência em Projeto de Engenharia da Ashok Leyland e Bosch serão sede do departamento de projeto de engenharia do IIT.  O centro será equipado com estúdios de artes gráficas, centro de engenharia da computação e laboratórios de projeto de produto, ergonômicos, mecatrônicos, controles e dinâmicas de veículos.

Ao comentar do curso duplo do IIT-M, Seshasayee disse que a exposição aos problemas do mundo real na indústria muito beneficiaria a transição dos estudantes de acadêmicos para eventuais planos de carreira.

Hieronimus disse que a chave para o longo sucesso da indústria automotiva da Índia será a disponibilidade de excelentes competências locais e, a introdução deste programa será um grande e importante passo para satisfazer as crescentes necessidades.  

Esta iniciativa ajudará tanto os estudantes quanto a indústria a desenvolver competências que estejam adequadas às demandas do Mercado.

18. Firmas Americanas despacham materiais para hospitais na Ásia

TOI, 24 de out de 2006

NOVA IORQUE: Pelo menos 40 corporações americanas assinaram um plano de saúde que permite enviar empregados para fora do país, inclusive para a Índia, Malásia, Tailândia e Cingapura, onde eles poderão economizar mais do que 80% no custo com procedimentos médicos.

A United Group Programs, seguradora de saúde em Boca Raton, Flórida, começou a oferecer o programa seis meses atrás, devido aos custos médicos estarem subindo rapidamente nos EUA, onde os americanos gastam cerca de 16% do PIB em cuidados com a saúde e, ao fato de que na Europa, a idéia de ir para o exterior para cuidar da saúde estar se tornando cada vez mais atrativa, reportou a Newsweek.

Mais de 1.50.000 norte americanos e europeus atualmente procuram por tratamento médico no exterior, foi dito. Ao fornecer exemplos de economia de dinheiro, a Newsweek citou a Global Choice Healthcare,  uma firma que organiza procedimentos no exterior, que diz que a angioplastia, que custa $50.000 em um hospital Americano, pode ser executada por apenas $6.000 em Mohali. A empresa citou a Abacas International, agente de viagens, que estima que o turismo médico para a Ásia deverá gerar até $4.4 bilhões até 2012.

Para cirurgias invasivas, os destinos preferidos incluem a Índia, a Tailândia, a Cingapura e a Malásia, onde grandes hospitais, como a cadeia Apollo na Índia e o Bumrungrad em Bangkok, na Tailândia, atraem ativamente os pacientes americanos, europeus e do Oriente Médio.  

A Slick Websites obtém suas parcerias com hotéis de luxo próximos para recuperação de pós-operatório.

 

Informativo, 16-XI-2006

Índice ............................................................ Página 2

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 O setor manufaturado atrai um grupo de espanhóis

 A L&T (Larsen & Toubro) planeja um projeto de Rs 20,000 cr ($4.5 bilhões).................... Página 2

A Fortune em conversações para iniciar em breve uma edição indiana.............................. Página 3

A Índia visa um investimento têxtil de US$ 7.4 bilhões em 06/07 ....................................... Página 4

A Índia obtém 7 milhões de novos usuários de celulares em outubro.................................. Página 4

A Samsung planeja recurso de $100 milhões em  Chennai ................................................. Página 5

A Microsoft aumenta  gradativamente sua presença na Índia ........................................... Página 5

A Terceirização é boa para a economia dos EUA: Ballmer .............................................. Página 6

A Pune-Nashik acelera para US$ 1.56 bilhões o investimento em autos........................... Página 7

A Hershey quer o gosto da Índia ........................................................................................ Página 7

The Economist homenageia Sam Pitroda ........................................................................... Página 8

Os EUA fazem visto mais barato, mais rápido para os indianos  ..................................... Página 9

TCS, Satyam fecha contrato com a  Qantas ...................................................................... Página 9

A Du Pont instala um centro de conhecimento na Índia................................................... Página 10

A Tatas fica chique, compra uma fatia da história de Boston........................................... Página 10

Soros visa o varejo, propriedade para começar sua história na Índia.............................. Página 11

FOs estrangeiros agora podem voar com tarifas 50% mais baratas................................ Página 12

A LSE (Bolsa de Valores de Londres),a BSE (Bolsa de Valores de Bombay) vistas

em conversações, planejam lista cruzada ............................................................................. Página 12

A Índia mais atraente para investidores estrangeiros: Estude ……..................................... Página 13


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Informativo, 16-11-2006

1. O setor manufaturado atrai um grupo de espanhóis

Prabhakar Sinha, TOI, 10 Nov. 2006

NOVA DELHI: Com a Índia se tornando um dos destinos mais atraentes para se fazer investimentos, os executivos de novas áreas estão vindo explorar as oportunidades.

Neste período, um grande grupo de executivos do grupo corporativo MCC veio da Espanha para procurar opções de investimentos disponíveis no setor de manufatura no país.

Jesus Catania, o presidente do grupo de 88 cooperativas, a Mondragon Corporacion Cooperative (‘MCC’), cujo movimento combinado é de mais de $16 bilhões, ou seja, 4% do PNB da Espanha, disse que eles identificaram oito oportunidades nos componentes automotivos, ferramentas de máquina, aparelhos domésticos e indústria da construção.

A respectiva cooperativa também listou seus parceiros indianos com quem as discussões estão em estágio avançado. Na área de ferramentas de máquina, ele disse que uma corporação da cooperativa do MCC irá sozinha começar sua unidade de manufatura na Índia e, em breve, solicitará permissão na Índia.

O grupo de cooperativa emprega mais de 80.000 pessoas no mundo.  

Uma corporação do grupo da cooperativa, a Irizar, já fez uma joint venture da Irizar TVS com a TVS e a Ashok Leyland, da qual todas as três partes possuem um terço de ação.

A empresa fabrica ônibus de luxo aqui para exportar. Sua outra presença na Índia é na JV Coinma India, na qual a Coinma da Espanha tem uma parceria com o grupo da Bhayana para fabricar móveis para casas e escritórios.  

A Catania disse que as firmas da Espanha são principiantes no Mercado indiano, pois estavam ocupadas com os países do Leste Europeu e da América do Sul. “A Espanha tinha uma economia protecionista até 1986. Após a sua abertura em 1986, por algum período as firmas espanholas se defenderam das novas importações que seguiam a liberação. Durante este período, vários setores como o de construção de embarcação e engenharia pesada saldaram suas dívidas. “Mas, durante este período de consolidação, a indústria se tornou competitiva”, disse ele.

 

2. A L&T (Larsen & Toubro) planeja um projeto de Rs 20,000 cr ($4.5 bilhões)

Sandeep Mishra, TOI, 11 de nov. de 2006

BHUBANESWAR: O grupo Larsen and Toubro (L&T) revelou que planeja investir mais de Rs 20.000 cr em Orissa, o que incluirá o estabelecimento de uma refinaria de alumínio e uma unidade de fundição. O diretor administrativo do grupo, A M Naik, anunciou o fato depois de participar de discussões com o Ministro Chefe Naveen Patnaik.

A empresa, que está engajada em discussões com o governo do estado há vários meses, acerca do projeto de alumínio proposto, entretanto, adicionou uma condição em seu plano de investimento no setor mineral.  

Ela quer que o governo do estado se encarregue da aplicação de arrendamento da mina de bauxita ao Centro, antes que ela comece a investir na sua refinaria de alumínio proposta perto de Kashipur, no distrito de Rayagada. A empresa, de acordo com oficiais, pretende ter sua fábrica de fundição no distrito de Sambalpur. Oficiais disseram que a L&T planejou seu empreendimento de alumínio em associação com a Dubai Aluminium (Dubal).

"Nosso propósito em visitar o estado era acelerar o trabalho na nossa fábrica de alumínio proposta e em outras fábricas. Nós pretendemos investir Rs 15,000 cr no projeto de alumínio em duas fases. Porém, o governo do estado tem que se encarregar do arrendamento da mina ao Governo da Índia para que, então, nós possamos acelerar o processo”, disse Naik.  

O Ministro do Aço e das Minas, Padmanab Behera, observou que, de acordo com a política de mineração do estado, a aplicação do arrendamento da mina só pode ser encaminhada ao Centro depois que o peticionário fizer certa porcentagem do investimento total.

Caso a proposta da L&T se concretize, então ela será a quarta maior investidora no setor de alumínio no estado, após a Hindalco, a Vedanta Alumina Limited e a Utkal Alumina International Limited. Algumas outras empresas, incluindo a India Metals and Ferro Alloys (IMFA), baseada em Orissa, têm mostrado interesse em entrar no setor de alumínio.

 

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Informativo, 16-11-2006

Naik disse que o grupo L&T group, que é acionista da Dhamra Port Company, tem o objetivo de  começar um projeto de construção no porto Dhamra em janeiro- fevereiro de 2007. O grupo também concordou em construir um ancoradouro de carga a granel no porto Gopalpur. Naik acrescentou que o grupo está interessado em participar de um projeto de trilhos em Gopalpur.

3. A Fortune em conversações para iniciar em breve uma edição indiana

Business Standard, 10 de nov. de 2006

Nova Delhi: O grupo TimeWarner, que possui a Fortune, deverá em breve ter publicação na Índia. A revista está em conversações com as editoras para uma edição indiana aqui. Além desta edição americana, a Fortune publica edições na Europa e na Ásia, bem como uma edição na língua chinesa.

“Nós estamos em conversação com duas ou três editoras. A Índia é uma das mais rápidas economias no mundo e possui uma grande parcela da população que fala Inglês”, disse um executivo sênior que trabalha com a revista à Business Standard.  

Ele, entretanto, se negou a comentar sobre o período de execução de tal empreendimento.

Enquanto o executivo descartou qualquer possibilidade de um acordo de concessão com a editora local devido a normas regulatórias restritivas, ele disse que havia esperança de que o governo liberasse as normas para o crescimento de investimento direto estrangeiro na publicação.

“Nós estamos abertos para a edição Indiana”, disse o executivo, acrescentando que a revista também está em conversação com as editoras na Coréia e no Japão para edições locais ali.  

A circulação atual da revista Fortune na Índia está em torno de 9.000, número que a empresa espera aumentar.  

Observando o mercado dos EUA, o crescimento impresso está comparativamente estável, enquanto que a assinatura online tem aumentado. Na Ásia, a edição impressa é a dominante. O executivo acrescentou: “Existe a possibilidade de que um dia nossa edição online assuma a assinatura impressa”.

Atualmente, seis empresas da Índia, incluindo as indianas Oil Corporation, Reliance, Bharat Petroleum, Hindustan Petroleum, ONGC e SBI estão entre as 500 empresas Mundiais e a China tem 19 empresas na lista mundial da Fortune.

“Com cada vez mais corporações fazendo aquisições estrangeiras e expandindo sua base, uma edição local será uma opção viável”, ele acrescentou.

Dado à última aquisição da Corus pela Tata, existe a possibilidade de que a empresa faça parte da lista das 500 empresas Mundiais da Fortune este ano.


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Informativo, 16-11-2006

4. A Índia visa um investimento têxtil de US$ 7.4 bilhões em 06/07

The Financial Express, 9 de nov de 2006

Nova Delhi: A Índia espera um investimento em seu setor têxtil de Rs 330 bilhões durante o ano fiscal corrente, comparados aos Rs 219 bilhões do ano anterior, segundo um pronunciamento do ministro têxtil na quarta-feira.

Cerca de Rs 250 bilhões serão canalizados através do fundo de modernização do governo têxtil, disse o Ministro Shankersinh Vaghela.

A principal característica do Plano de Fundo da Atualização da Tecnologia (‘TUFS’) são os 5 por cento de reembolso de juros às instituições financeiras, fornecidos de acordo com o plano. Também oferece capital ligado a subsídios de crédito à indústria têxtil.

O governo disse anteriormente que esperava dobrar seu fundo de reembolso de acordo com o ‘TUFS’ para Rs 300 bilhões em 2006/07, contra os 150 bilhões de rúpias em 2005/06.

A indústria têxtil e de roupas da Índia contribui com cerca de 14 por cento da produção industrial e com cerca de 17 por cento das exportações totais do país. Ela emprega diretamente mais de 35 milhões de pessoas e outros 50 milhões de empregos em atividades afins.

O objetivo da exportação têxtil da Índia para o ano fiscal corrente é de $19,7 bilhões, dos quais $4,6 bilhões foram registrados no trime